Livros

Felipe Neto, o Cinderelo da internet

Felipe Neto, o Cinderelo da internet

Dificilmente alguém que não conheça e admire previamente Felipe Neto vai se interessar pela leitura de “Não Faz Sentido — Por Trás da Câmera”. Isso significa defender que se trata de um livro para fãs? Assim como os de Fiuk, Justin Bieber e Restart? Talvez comercialmente, mas não na essência. Felipe Neto realmente escreveu um livro e não apenas participou de um ensaio fotográfico para ilustrá-lo. Se o toque de Midas vai continuar ou se o livro vai virar abóbora ao bater meia-noite permanece uma incógnita. Afinal, estamos no Brasil.

O pedófilo que Carlitos escondeu

O pedófilo que Carlitos escondeu

Depois da leitura deste texto, você certamente continuará admirando Chaplin, o genial diretor-ator de “O Garoto” (1920), “Em Busca do Ouro” (1925), “Luzes da Cidade” (1931) e “Tempos Modernos” (1936), mas terá também uma visão mais ampla sobre o homem que Carlitos eventualmente escondia.

Os 100 livros que mais influenciaram a humanidade

Os 100 livros que mais influenciaram a humanidade

Diferente de diversas listas já feitas sobre “melhores livros”, “maiores escritores”, “livros mais populares”, o britânico Martin Seymour-Smith, poeta, crítico literário e biógrafo, decidiu pesquisar os livros que mais exerceram influência sobre a humanidade em toda sua história. Listados em ordem cronológica, Martin preferiu não entrar na polêmica de afirmar que tal livro foi mais influente que outro.

A biografia ideal para Caetano Veloso

A biografia ideal para Caetano Veloso

Escrito 1989 pela poeta norte-americana Anne Stevenson, “Bitter Fame” (“Amarga Fama”, Rocco, 1992), retrata a vida e morte de Sylvia Plath, a famosa escritora que se matou em Londres inalando gás de cozinha, enquanto os dois filhos pequenos dormiam no quarto. A morte trágica catapultou Plath para o estrelato e para o interesse público. O resultado é que hoje são mais de 20 biografias da autora de “A Redoma de Vidro”. Certamente nenhuma com o mesmo grau de desprezo e rejeição que o livro de Stevenson sofreu.

‘Aos 7 e aos 40’, de João Anzanello Carrascoza

‘Aos 7 e aos 40’, de João Anzanello Carrascoza

O romance de Carrascoza é uma teia bela, cerzida com os recortes cotidianos da vida de seu protagonista em dois momentos: aos sete e aos quarenta anos. Cada episódio da infância do menino, narrado na parte superior da página, é seguido de suas ressonâncias na vida adulta do homem que ele se tornou, contadas no lado de baixo da página. Lindo pra cacete, profundo, delicado! Remédio poderoso para a apatia da superficialidade desses dias de agora.

Os 20 livros mais ‘esquecidos’ em quartos de hotéis

Os 20 livros mais ‘esquecidos’ em quartos de hotéis

O jornal inglês “The Guardian” publicou uma lista dos principais livros que os hóspedes da rede de hotéis Travelodge — uma das maiores redes hoteleiras do mundo — esqueceram em seus quartos. Um total de 22.648 livros foi abandonado nos últimos 12 meses. A autora de romances eróticos — e escritora com o maior faturamento do ano — E. L. James está no topo da lista: “Cinquenta Tons de Liberdade” é o livro recordista de abandonos. E. L. James aparece três vezes na lista com a trilogia “Cinquenta Tons”, assegurando a primeira posição com 1.209 cópias abandonadas no ano.

27 livros para morrer antes de ler

27 livros para morrer antes de ler

Em 2012 pedimos a colaboradores, leitores e seguidores, que apontassem, entre livros conhecidos de autores brasileiros ou estrangeiros, quais eram os piores que haviam lido. Nos meses de junho, julho e agosto de 2013 refizemos a enquete. Mais de 700 votos foram computados. A partir das respostas, foi elaborada uma lista sintetizando a opinião dos participantes. Diferentemente da lista anterior, nesta foi selecionado apenas um livro por autor.