Perfil biográfico

Criador de Blade Runner, Philip K. Dick foi o “Shakespeare da ficção científica”

Criador de Blade Runner, Philip K. Dick foi o “Shakespeare da ficção científica”

Philip K. Dick (1928-1982) é um dos principais nomes de uma literatura vista a princípio como mero passatempo, publicada em revistas baratas nos Estados Unidos, mas que ganhou ares filosóficos por antecipar problemas pertinentes do século 21. Sua prosa também virou referência para diversos autores e conquistou a legião de fãs, por conta das adaptações para o cinema e a televisão. São dele os argumentos de “Blade Runner” (1982), “Minority Report” (2002) e da série “O Homem do Castelo Alto” (2015).

Tarkovski, o gênio que congelou o tempo

Tarkovski, o gênio que congelou o tempo

O cineasta russo Andrei Tarkovski foi um gênio. Fato. Tarkovski é um dos dez maiores cineastas de todos os tempos. Fato. Tarkovski criou um estilo artístico único e inimitável. Fato. Tarkovski é um dos artistas mais imitados do mundo. Fato. A maior parte de seus imitadores são artistas amadores ou em começo de carreira que pensam que são gênios. Fato. Outro tanto de seus imitadores são diretores talentosos e bem-sucedidos que, já tendo alcançado o reconhecimento profissional, decidem que querem ser gênios.

Há 32 anos, o Brasil se despedia do maluco beleza

Há 32 anos, o Brasil se despedia do maluco beleza

Raul Seixas virava outra pessoa no palco. Raul começou a acessar esse território mágico em que podia ser o que quisesse ainda menino em Salvador, quando encampou uma verdadeira peregrinação pelas rádios locais a fim de divulgar sua incipiente carreira. Finalmente, alguém se interessou pelo garoto franzino de cara meio amarrada, uma espécie de Elvis nordestino e logo toda a Bahia cantarolava os sucessos de Raulzito and The Panters, conjunto que liderava e que o projetou para o estrelato.

Carolina de Jesus: a história da escritora favelada que foi traduzida em 13 países

Carolina de Jesus: a história da escritora favelada que foi traduzida em 13 países

O livro “Tempo de Reportagem — Histórias Que Marcaram Época no Jornalismo Brasileiro” (Leya, 287 páginas), de Audálio Dantas, que morreu em 2018, contém verdadeiras aulas de jornalismo. Além de reportagens clássicas, típicas do jornalismo literário, mas sem a pretensão típica de Truman Capote e Tom Wolfe, há textos introdutórios sobre como foram feitas. Recomendo vivamente “A nova guerra de Canudos”, “Povo caranguejo” e “O drama da favela escrito por uma favelada”.