Diários do Aran

Como a literatura pode salvá-lo do coronavírus

Como a literatura pode salvá-lo do coronavírus

Nesse clima de Peste Negra que toma conta do mundo, a dica é lavar as mãos e fugir das pessoas, o que é sempre um bom conselho. Pessoas não valem nada e muitas delas transportam vírus. É pra todo mundo ficar em casa maratonando séries e jogando videogames. No entanto, quem gosta de literatura, também precisa se divertir. Por isso, fiz uma lista de livros cuja ação se passa apenas em ambientes fechados ou isolados.

Os 10 livros mais engraçados da literatura brasileira

Os 10 livros mais engraçados da literatura brasileira

Como todo mundo gosta de listas e ninguém leva humor a sério (thanks god), preferi resenhar os livros mais engraçados da literatura brasileira. É uma lista pessoal e não tem ordem. Os dez estão emparelhados. Não incluí nenhum dos meus — “A Noite dos Cangaceiros Mortos-Vivos”, “Delacroix Escapa das Chamas” etc. Mas incluiria se ninguém me acusasse de legislar em causa própria. Injustamente, claro.

Como Palpatine explica o Coronavírus

Como Palpatine explica o Coronavírus

Escrevi dois livros sobre conspirações e, por conta disso, tudo quanto é teoria cretina ou ideia maluca acaba, cedo ou tarde, me alcançando. Terra Plana, Terra Oca, Reptilianos, Bilderbergs, Illuminati… Esses troços. O povo me manda links e reportagens via twitter, e-mail, zap ou Facebook.

Esse é o “Verão da Inguinorança”

Esse é o “Verão da Inguinorança”

Seria injusto, no entanto, atribuir a “inguinorança” atual ao governo Bolsonaro. A política apenas expressa movimentos socioculturais mais profundos e esse conluio de fundamentalistas e loucos fugidos do hospício que ocupa temporariamente o poder é a consequência, não a causa.

Como destruir seu Réveillon

Como destruir seu Réveillon

No guarda-sol à esquerda, tem sempre um bando de gente tatuada escutando funk. À direita é a mesma coisa, só que eles escutam sertanejo. A praia pode estar entupida de gente, mas você jamais — nunca, ever, em hipótese alguma — verá alguém ouvindo Miles Davis. É só funk e sertanejo.

O melhor e o pior de 2019

O melhor e o pior de 2019

Foi um ano bacana. Acabou a série “Veep”, uma das comédias mais bem escritas da década, mas em compensação tivemos as segundas temporadas das excelentes “Barry” (HBO) e “O Método Kominsky” (Netflix). “Game of Thrones” teve um final que desagradou Starks, Lannisters e Targaryens, mas pelo menos a Marvel encerrou um longo ciclo com o ótimo “Avengers: Endgame”. Chegou o momento de distribuir premiações para o melhor e o pior de 2019.

Como assistir Um Dia de Chuva em Nova York

Como assistir Um Dia de Chuva em Nova York

Se Hollywood não vivesse momento tão obtuso é possível que Elle Fanning fosse indicada ao Oscar de Melhor Atriz por “Um Dia de Chuva em Nova York”. E Selena Gomez, quem sabe, talvez pegasse Melhor Atriz Coadjuvante. Mas são tempos carolas e caretas, com muita gente autoritária querendo salvar a humanidade dela mesma. Todos com as melhores intenções, é claro.

Como fazer humor com lado

Como fazer humor com lado

Piadas com Adolf Hitler estão liberadas nos dois lados. O cara é considerado de esquerda por quem está à direita e de direita por quem está à esquerda. Hitler, na real, sempre foi de direita, mas nós vivemos em tempos onde tudo que é sólido se desmancha no ar, feito avião da Avianca.

Como a HBO transformou Watchmen numa Zorra Total

Como a HBO transformou Watchmen numa Zorra Total

Escrevi sobre o quadrinho, o filme do Zeca Isnáida e agora, finalmente, vou falar sobre a série de HBO. Este texto foi escrito depois do quarto episódio e já dá para concluir algumas coisas. A primeira: quem gosta do filme do Zeca Isnáida não vai curtir a série, que é uma continuação da graphic novel e não da bos, digo, da brilhante produção zeca-isnaidiana.