Livros

10 livros feministas essenciais

10 livros feministas essenciais

A Biblioteca Pública de Nova York selecionou algumas obras fundamentais para refletir sobre as conquistas das mulheres e suas contribuições para a história e sociedade. A seleção de Lynn Lobash, gerente do departamento de serviços ao leitor da Biblioteca, reúne livros influentes da história do feminismo, essenciais para entender o movimento pelos direitos das mulheres. Alguns destaques são “Um Teto Todo Seu” (1929), de Virginia Woolf; e “Política Sexual” (1970), de Kate Millett.

A vingança de Roberto Marinho contra Adolpho Bloch

A vingança de Roberto Marinho contra Adolpho Bloch

Quebrado, Adolpho Bloch saiu à caça de um salvador da pátria. O único que poderia salvá-lo era Roberto Marinho. A história é contada pelo próprio criador da Manchete: “Esperei quatro horas e quando entrei ele tentou falar primeiro, mas eu fui mais rápido: ‘Doutor Roberto, eu preciso de ajuda’. Ele demorou uma eternidade para responder. ‘Adolpho, há dez anos eu estou esperando você retornar o meu telefonema. Passar bem’. E a secretária me levou até a porta”.

Toni Morrison deve ser lida como escritora e não mera militante negra

Toni Morrison deve ser lida como escritora e não mera militante negra

Ralph Ellison, James Baldwin e Toni Morrison são escritores poderosos. Entretanto, como são negros, sempre dizem: o “escritor negro norte-americano. É inescapável? Talvez seja. Pois nenhum outro escritor americano branco — exceto, quem sabe, William Faulkner — capta tão bem o mundo dos negros quanto o trio, além de Richard Wright. O que não se comenta, por vezes, é que, embora construam uma civilização ampliada, com a inclusão dos negros, não os tratam de maneira idealizada.

Elza Soares, a Billie Holiday dos trópicos

Elza Soares, a Billie Holiday dos trópicos

Fico tentado a fornecer um guia de leitura do livro “Elza Soares — Cantando Para Não Enlouquecer” (Planeta, 383 páginas), do escritor José Louzeiro, que morreu em 2017. No guia, privilegiaria os capítulos que discutem diretamente a artista e menos sua vida. Mas, se fizesse isto, contribuiria para privar o leitor de entender, de modo mais amplo, como uma favelada, sem nenhuma estrutura, se tornou uma cantora magnífica — espécie de Billie Holiday, pelo menos em sofrimento, dos trópicos.

O Apanhador no Campo de Centeio: o livro que inventou uma geração

O Apanhador no Campo de Centeio: o livro que inventou uma geração

Prestes a completar 70 anos de publicação  —  surgiu em 1951, antes mesmo dos pais da maioria de vocês nascerem  —  a novela de Salinger é não só uma das mais marcantes obras da literatura norte-americana contemporânea; é também um marco na longa estrada que os jovens trilharam (e ainda trilham) para provar que têm direito a uma voz e uma visão de mundo próprias.

John Gray diz que ateus se tornaram evangélicos radicais

John Gray diz que ateus se tornaram evangélicos radicais

Deus está na moda — como saco de pancada dos intelectuais herdeiros do Iluminismo, não necessariamente socialistas ou comunistas. Gray não faz exatamente a defesa da religião, e sim uma crítica corrosiva dos “ateus-religiosos”, de como, ao trocarem Deus pelo homem e pela ciência, se tornaram porta-vozes de tiranias jamais vistas na história das sociedades.