Humano, triste e brilhante: o filme premiado da Netflix que é um tesouro escondido
Em “Inspire, Expire” (2018), Ísold Uggadóttir acompanha Lára, que tenta se reerguer do vício e consegue estágio remunerado como guarda de fronteira na Islândia. Entre cinza e azul esbranquiçado, a Península de Reykjanes se alinha à narrativa como um quarto protagonista. No supermercado, 8.120 coroas viram humilhação e dignidade sobrevalorizada. Na imigração, Lára cruza com Adja, franco-guineense que quer fugir para o Canadá, e vê o medo num abrigo de imigrantes ilegais.










