Autor: Edival Lourenço

100 coisas triviais para fazer durante a vida

100 coisas triviais para fazer durante a vida

Não tenha dúvidas: estamos vivendo o melhor momento da história da humanidade, apesar de todas as mazelas que presenciamos. E, para nós pessoalmente, estamos diante da única chance que teremos para viver. Então, não perca tempo com mimimis. No entanto, não fuja de suas responsabilidades em todos os aspectos da vida.

A velhice não é uma batalha, a velhice é um massacre

A velhice não é uma batalha, a velhice é um massacre

A velhice costuma trazer com ela combinações terríveis como, fraqueza nas pernas e vista curta para ver os declives, fraqueza nos ossos e predisposição para quedas e quebraduras, necessidade de remédios caros e pouco dinheiro, muita experiência e pouca diligência, muitos fatos acumulados e overdose de esquecimento.

20 momentos da literatura para renovar seu amor pelos livros

20 momentos da literatura para renovar seu amor pelos livros

Talvez não haja no mundo um objeto que tenha recebido mais apologias e homenagens do que o livro. O livro é o amigo de todas as horas, o que lhe responde a todas as perguntas, acumula informações, transfere conhecimentos de uma para outra geração. É o objeto capaz de mudar o homem e o homem muda o mundo. E assim por diante. Mas cada bom livro tem um trecho iluminado, aquele que nos pega e nos pega de jeito e faz a pele arrepiar, pela sua estética, pela verdade, pelo inusitado.

99 coisas para fazer antes de morrer

99 coisas para fazer antes de morrer

A vida requer contrastes. Entre claro e escuro, calor e frio, bonança e ralação, velocidade e inércia, alegria e sofrimento. De preferência sem ingestão de Prozac, para que possa ser sentida em toda a sua plenitude. A vida sem esse jogo apodrece feito água parada. Sobre isso escreveu o poeta Francisco Otaviano: “Quem passou pela vida em branca nuvem. E em plácido repouso adormeceu. Quem não sentiu o frio da desgraça. Quem passou pela vida e não sofreu. Foi espectro de homem, não foi homem. Só passou pela vida, não viveu”.

Cem Anos de Solidão, um livro para se ler eternamente

Cem Anos de Solidão, um livro para se ler eternamente

Não queira tirar uma moral exclusiva ou um sentido único de “Cem Anos de Solidão”. Porque ele é plural e contém todos os sentidos e todas as morais. Seu estágio de conhecimento, seu estado de espírito, suas crenças e ideias dominantes é que vão dar o tom do que se perceber, do que se retirar. No microcosmo chamado Macondo é que a saga dos Buendía-Iguarán se destrinça. Uma sequência de José Arcádio e Aureliano se sucede em profusão, cobrindo um período sintomático de 100 anos.