100 razões pelas quais as mulheres broxam!

100 razões pelas quais as mulheres broxam!

Mulher broxa com o narciso, que só funciona diante do espelho. Mulher broxa com homem que conversa olhando para os próprios músculos. Mulher broxa com homem sensível demais, carinhoso demais, pegajoso demais. Mulher broxa com homem bronco demais, bruto demais, selvagem demais. Mulher broxa com homem fofo, que fala no diminutivo, com voz de bebê. Mulher broxa quando ele xinga e quando ele não xinga. Mulher broxa com homem que lhe falta ao respeito. Mulher broxa com homem calado e com homem que não para de falar. Mulher broxa com os depressivos, os dependentes e os carentes. Mulher broxa com erros de português. Mulher broxa com aqueles que só falam da ex.

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Ler romances faz viver mais e melhor. Palavra da Universidade de Yale

Ler romances faz viver mais e melhor. Palavra da Universidade de Yale

O hábito da leitura é um passaporte para o turismo no universo do imaginário, com direito a viagens sem fim. Porque mesmo quando você acaba de ler um, logo aparece outro e outro te levando para novas e fascinantes jornadas, e assim a vida vai ganhando motivos a mais para ser vivida. Pois aquilo que todos sabíamos por intuição, a ciência acaba de revelar por comprovação: ler faz você viver por mais tempo.

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A vida começa quando decidimos parar de agradar à plateia

A vida começa quando decidimos parar de agradar à plateia

É certo que a arte imita a vida. Muitos vivem quase que exclusivamente para atender às expectativas do público, seja por uma questão de vaidade, jogo exibicionista, ou porque acreditam dever constantemente ao outro a condição de servir — sob o custo da angústia e do desespero diante da anulação da própria existência. Aquele que faz tudo para agradar a todos enquanto se desagrada sentirá, cedo ou tarde, o arrombo no peito tomado por um vazio existencial.

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Virginia Woolf tentou ‘curar’ sua loucura pelo suicídio

Virginia Woolf tentou ‘curar’ sua loucura pelo suicídio

Em 28 de março de 2016 completou 75 anos que a escritora inglesa Virginia Woolf se matou. Virginia, que hoje tende a ser comparada (desfavoravelmente) a James Joyce, que ela considerava (invejosamente) um operário autodidata, morreu aos 59 anos, jogando-se no Rio Ouse, em 1941. A obra de Virginia permanece gerando polêmica. Para alguns, ainda é inovadora. Para outros, teria envelhecido. A revolução de Virginia estaria obscurecida pela revolução de Joyce.

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No jogo do desinteresse ninguém ganha. E quem perde é a vida

No jogo do desinteresse ninguém ganha. E quem perde é a vida

Nas redes sociais borbulham pequenos textos sobre a Cultura do Desinteresse. Essa cultura que consiste em mostrar-se pouco interessado no outro, naquele que se dispõe a entrar nas nuances do flerte contemporâneo. Esse desinteresse, hoje, é o primeiro dos recursos a ser usado no jogo da conquista. Comportamento que expressa todas as características da pós-modernidade, em que as redes sociais ditam quais comportamentos podem ser aceitáveis ou não. E mostrar-se muito atencioso nesses espaços indica carência. E ninguém quer ser rotulado como carente.

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Seja grato, mas não espere que os outros sejam. A gratidão é uma virtude de poucos

Seja grato, mas não espere que os outros sejam. A gratidão é uma virtude de poucos

A gratidão sincera não precisa de cerimônia e dispensa intermediários. Há momentos em que agradecer dispensa até mesmo palavras, traduzindo-se em abraços, sorrisos, orações ou num simples suspiro profundo de quem se alegra pelo que já alcançou. Vive-se hoje a certeza de que nada é suficiente, uma sede inesgotável que consome dinheiro, energia e sobretudo a própria vida. A graça tem sido lamentar pelo que ainda não se tem, sem reconhecer o que já foi alcançado e quem ajudou a chegar até aqui. Copo meio vazio sempre.

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Eu odeio pokémons e quando descobrir para que eles servem, vou odiar mais ainda

Eu odeio pokémons e quando descobrir para que eles servem, vou odiar mais ainda

Pior que se sentir um analfabeto digital é, de fato, ser um. Eu descobri isso da pior maneira: sendo. O bê-á-bá é o seguinte… Duas da madruga, meu vizinho que deveria estar dormindo faz tempo acorda meio mundo aos gritos: “Peguei mais um! Peguei mais um!”. Pra complicar, o filho dele se revelou ainda mais escandaloso: “Eu também! Um Pikachu!”. Era um sábado e eu só queria chegar até as oito da manhã babando no travesseiro. Mas a gritaria continuou lá fora, agora acrescida de novas vozes desenfreadas. Sim, era isso: o mundo que eu conhecia tinha virado de cabeça pra baixo.

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