Getty Images disponibiliza 35 milhões de imagens para uso on-line gratuito

Getty Images disponibiliza 35 milhões de imagens para uso on-line gratuito

O Getty Images, um dos maiores bancos de imagens do mundo, disponibilizou 35 milhões de imagens para uso gratuito na internet. A nova ferramenta permite o uso das imagens sem a marca d’água, desde que mantido o crédito e o link para o Getty Images, processo semelhante ao utilizado para publicações de vídeos do YouTube. Para Jonathan Klein, co-fundador e CEO do Getty Images, abrir ao público sua vasta e crescente coleção de imagens facilitando o compartilhamento legal, é a única forma de lidar com a pirataria.

40 frases clássicas de mulheres célebres

40 frases clássicas de mulheres célebres

A história da literatura foi marcada em diversos momentos pelo trabalho de exímias escritoras. No entanto, muitas delas não ganharam o devido prestígio por suas obras ou tiveram a trajetória ofuscada pelo simples fato de serem mulheres. Pensando nisso, a Bula decidiu relembrar as grandes autoras da literatura mundial e reuniu em uma lista as frases mais célebres ditas por elas.

Caio Castro é o ator mais importante do Brasil

Caio Castro é o ator mais importante do Brasil

Caio Castro não é um artista, não é alguém capaz de produzir arte, não tem projeto de obra. É um homem-objeto, uma verdadeira lata de cerveja de micareta de carnaval. É um ator descamisado medíocre, tão descartável como tantos outros que surgiram e ainda hão de surgir na TV. Mas é sincero, coerente e íntegro. E nisso ele é admirável como nenhum outro dos seus colegas de profissão. Por isso, ao menos nesse sentido — e só nesse sentido mesmo — Caio Castro é hoje o ator mais importante do Brasil.

Da arte de não querer ouvir o que já sabemos

Da arte de não querer ouvir o que já sabemos

Primeiro aconteceu no congestionamento de uma cidade grande, com aquele sujeito pequeno que decidiu fazer uma faxina no interior de seu carro enquanto o trânsito não andava. Indiferente como os ponteiros de um relógio que atropelam a vida em total desaviso, juntou o entulho que ali havia, restos de comida, maços vazios de cigarro, latas de cerveja amassadas, e atirou tudo à rua pela janela, sob meia dúzia de olhares apáticos vindos de um ou outro veículo entre as centenas que ali jaziam por todos os lados.

Mais de mil palhaços no salão

Mais de mil palhaços no salão

Resolvi escrever e publicar esta crônica após o carnaval, pois eu tinha certeza que quase ninguém a leria, multidão ocupada em pescar traíra nas lagoas da vida; em queimar contrafilé na laje; em cantar antigas marchinhas carnavalescas politicamente incorretas (como aquela que põe em xeque a opção sexual do cabeludo Zezé, e outra que debocha de um vovô cuja pipa já não sobe mais); em travestir-se; em pesar a mão na maquiagem; em espremer-se atrás de um trio elétrico lotado de mulheres gostosas seminuas e um punhado de músicos exauridos que tocam sem parar que nem playback.

Minha entrevista com Elton John

Minha entrevista com Elton John

Assim que adentrei o camarim de Elton John senti o baque dos 19 graus centígrados na cacunda, uma exigência do cantor para tocar em Goiânia, capital plantada no meio do cerrado, na quentura do centro-oeste brasileiro. Elton pareceu-me gordinho, usava um roupão de cor grená e tinha os pés massageados por um serviçal efeminado adornado com mais anéis e piercings do que um varal de roupas no jardim, o qual utilizava um cosmético local feito à base de pequi, produto genuinamente goiano, que deixa a pele hidratada, macia e, claro, com aquele aroma de pequi que o Elton simplesmente achou o máximo.