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Você é realmente um cinéfilo? Se você viu ao menos 1 destes 20 filmes, considere-se um expert em cinema

Você é realmente um cinéfilo? Se você viu ao menos 1 destes 20 filmes, considere-se um expert em cinema

Nossa lista, meticulosamente selecionada, percorre mais de meio século de cinema e reúne filmes de dez países distintos. É uma espécie de tirolesa cinematográfica, levando você dos ensopados restaurantes de Marco Ferreri ao espiritualismo atemporal de Terrence Malick, das sutilezas emocionais de François Girard à charmosa sagacidade francesa de Charline Bourgeois-Tacquet.

Martins e seu ofício bonito de fazer música para nos unir de novo Foto / Divulgação

Martins e seu ofício bonito de fazer música para nos unir de novo

Martins faz canções que estendem a mão e acolhem. Tudo em seu ofício revela uma relação vital e profunda com a cultura popular nordestina, os tocadores de viola e os emboladores de coco, os repentistas e rabequeiros, os pensadores e os pescadores, os cordelistas e os artesãos. Mas também com a música popular brasileira, com o rock, com as grandes cidades e suas ruas, sua arquitetura e sua gente.

O que a etiqueta carioca diz sobre chegar na hora

O que a etiqueta carioca diz sobre chegar na hora

Eu sou uma pessoa que chega cedo. Se alguém marca um compromisso para as 16 horas, eu acredito que o encontro vai acontecer as 16 horas. Por mais que eu viva no Brasil, nasci aqui e vivi toda a minha vida por aqui, eu tenho esse hábito totalmente estranho ao nosso país: a pontualidade. Não sei de onde tirei isso, ninguém nunca me ensinou que se deve ser pontual, ao contrário, o certo aqui é chegar no mínimo uns quinze minutos depois para não pagar o mico de ser o primeiro a chegar.

O problema fiscal

O problema fiscal

A grande mudança ocorrida nesse nosso século distópico e despótico é o isolamento de grupos sociais em bolhas incomunicáveis. Todo o resto é consequência. A divisão artificial e marqueteira em tribos antagônicas é muito boa para vendedores de tranqueiras. Mas quem compra bugigangas também compra ideias e, sem a possibilidade de confrontar suas opiniões com visões diferentes de mundo, acaba virando um fanático.

Harrison Ford traiu o movimento: novo filme de Indiana Jones é uma ofensa ao personagem, ao cinema e à humanidade

Harrison Ford traiu o movimento: novo filme de Indiana Jones é uma ofensa ao personagem, ao cinema e à humanidade

A culpa não foi de Harrison Ford. O ator se esforçou desta vez. Se o personagem que ele apresentou sem muito esforço em “Star Wars: O Despertar da Força” não é Han Solo e o indivíduo artificial que apareceu afirmando ser Ricky Deckard em “Blade Runner 2049” apenas finge ser o Caçador de Androides original, desta vez o legítimo Dr. Henry Walter Jones Júnior apareceu na tela com todo seu carisma, porém sem qualquer pompa e circunstância.