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Se você ler apenas um livro esse ano, que seja um desses 10

Se você ler apenas um livro esse ano, que seja um desses 10

As pessoas andam tão corridas e com o tempo tão escasso, que escolher um único livro para ler no ano pode parecer uma tarefa hercúlea. Mas e se essa escolha pudesse ser transformada em uma experiência memorável, capaz de tocar a alma e expandir horizontes? A literatura tem esse poder mágico de nos transportar para universos paralelos, questionar nossas certezas e reacender emoções adormecidas.

A certeza da incerteza

A certeza da incerteza

Muito se fala sobre os dilemas da adolescência, mas pouco se discute o que acontece quando um adolescente simbólico ocupa o cargo mais poderoso do planeta. Com atitudes impulsivas, vaidade exagerada e um desprezo quase divertido por consequências, Trump encarna o arquétipo do jovem mimado com poder demais nas mãos. Seus decretos performáticos, suas falas narcisistas e sua relação com o espelho sugerem mais um garoto entediado do que um estadista. Em vez de governar, ele joga — com o ego, com o país, com o mundo. A economia reage com espanto, os analistas se confundem, e a única certeza parece ser a incerteza.

Os 10 livros de ficção mais vendidos no The New York Times nos últimos dez anos (de maio de 2015 a maio de 2025)

Os 10 livros de ficção mais vendidos no The New York Times nos últimos dez anos (de maio de 2015 a maio de 2025)

O fato de um livro ser amado por milhões não o torna literariamente incontestável. O que torna a literatura valiosa, aliás, é justamente sua resistência à unanimidade. Os clássicos desconcertam. Os grandes romances não se oferecem de bandeja. Eles sangram, hesitam, erram. Fazem o leitor demorar. E talvez por isso mesmo jamais apareçam nas listas de mais vendidos — ao menos não com frequência.

7 romances que fogem dos clichês para aquecer o coração

7 romances que fogem dos clichês para aquecer o coração

Existem amores que entram pela porta da frente, vestem branco e trazem flores. Mas há também aqueles que chegam de pantufas, tropeçam no tapete, fazem um café péssimo e, ainda assim, conquistam de forma irreversível. É nesses encontros improváveis que mora o tipo de romance que a gente não esquece — não pelos gestos épicos ou pelas promessas ao luar, mas pelas falhas, pelas dúvidas, pelas conversas atravessadas no meio da tarde.