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4 livros que só funcionam se você estiver bêbado ou recém-abandonado — a lucidez não entende certos parágrafos

4 livros que só funcionam se você estiver bêbado ou recém-abandonado — a lucidez não entende certos parágrafos

Há livros que se revelam como enigmas indecifráveis quando lidos em plena sobriedade. São obras que parecem escritas em um idioma secreto, compreensível apenas por aqueles que se encontram em estados alterados de consciência — seja pelo álcool ou pelo coração partido. Nesses momentos, a lucidez se torna um obstáculo, e a embriaguez emocional ou etílica abre as portas para uma compreensão mais profunda (ou pelo menos mais empática) das entrelinhas literárias.

Não ignore este aviso do seu signo para o segundo semestre de 2025

Não ignore este aviso do seu signo para o segundo semestre de 2025

A ilusão de controle nos conforta — mas é o indizível que realmente nos governa. No trânsito entre julho e dezembro, o que menos importa é o calendário. Importa o que pulsa por baixo das decisões. As escolhas que faremos talvez não sejam novas, apenas mais nítidas. E os astros, silenciosos como sempre, continuarão sendo menos guias do que metáforas — disparadores de um tipo de consciência que não precisa ser comprovada para ser sentida. Há verdades que só se revelam quando desistimos de tentar explicá-las. E isso, sim, muda tudo.

10 vezes em que o cinema provou que Deus está morto (e ninguém avisou o roteirista)

10 vezes em que o cinema provou que Deus está morto (e ninguém avisou o roteirista)

No século 19, Friedrich Nietzsche (1844-1900) matou Deus. Claro que essa foi mais uma das tantas provocações do filósofo alemão, um pessimista bastante peculiar, o pessimismo dionisíaco, que enxergava o sofrimento como parte indissociável da jornada do homem neste plano no qual residia a força mesma para vencê-lo. Em muitas circunstâncias, o cinema, como manifestação artística e prática cultural, não só ecoa o clamor nietzschiano como o ratifica ao ressaltar uma certa apatia do Todo-Poderoso frente à barbárie. É o que consta da nossa lista, de dez filmes que duvidam da eterna compaixão divina.

5 livros que fariam Deus pedir um advogado — nem todo autor tem medo do céu

5 livros que fariam Deus pedir um advogado — nem todo autor tem medo do céu

Há livros que não pedem licença para entrar em território sagrado. Entram pela porta dos fundos, de pés descalços, e com um sorriso que desafia. Não escrevem contra Deus — escrevem apesar d’Ele. Questionam não para negar, mas para ferir o silêncio. São obras que, em vez de fé, oferecem linguagem; em vez de dogma, dúvida. E quando blasfemam, fazem isso com a lucidez de quem viu de perto a engrenagem do divino emperrar. Ler essas páginas é tocar um altar com mãos manchadas — e não pedir desculpas por isso.