Chegou à Netflix: o filme que parece uma mistura de “Mad Max: Estrada da Fúria” e “Jogos Vorazes
Cidades gigantes devoram cidades menores, e desse gesto nasce a corrida que empurra “Máquinas Mortais” para fora do espetáculo e para dentro da sobrevivência. O longa mira alto em escala e barulho, mas ganha peso quando acompanha decisões feitas na marra, com pernas queimando e poucos segundos para pensar. Há trechos em que a história salta depressa de um ponto a outro e encurta o tempo de convivência entre os personagens, porém a direção mantém as perseguições legíveis e o risco perto do corpo. Vistoso e irregular, rende mais quando fica na rua do que quando tenta emplacar frase de efeito.









