Livros

Os 10 melhores livros da coleção Para Gostar de Ler

Os 10 melhores livros da coleção Para Gostar de Ler

Lançada em 1977, pela Editora Ática, a coleção “Para Gostar de Ler” marcou a vida dos estudantes brasileiros durante os anos 1980 a 2000. A Revista Bula realizou uma enquete para saber quais são, segundo os leitores, os melhores livros da coleção. As dez obras mais citadas foram reunidas em uma lista, que contempla coletâneas de diferentes gêneros literários.

Sándor Márai: o limite da amizade entre dois homens é a tragédia

Sándor Márai: o limite da amizade entre dois homens é a tragédia

A primeira obra traduzida do húngaro Sándor Márai no Brasil foi o livro “As Brasas”, lançado em 1999 pela Companhia das Letras. Márai (1900-1989) é conhecido como o “escritor nascido com o século 20”, assim como outros grandes como Borges, Nabokov e Hemingway. Mas, ironicamente, grande parte da obra do escritor está umbilicalmente ligada aos ritos, gestos, costumes e instituições da Europa no século 19.

A história do espião que derrubou a União Soviética

A história do espião que derrubou a União Soviética

A primeira impressão que se tem do livro é que seus autores superlativam a importância do espião e engenheiro soviético Vladimir Vetrov na derrubada da União Soviética. Entretanto, uma leitura atenta, sobretudo quando se verifica como os Estados Unidos trabalharam com as informações de Vetrov, sugere a conclusão de que o seu trabalho foi devastador.

Os melhores livros brasileiros de 2019, até agora

Os melhores livros brasileiros de 2019, até agora

Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, o mercado editorial brasileiro está em retração há cinco anos. Mas, apesar disso, bons livros estão sobrevivendo a este momento difícil para a literatura. A Revista Bula realizou uma enquete para descobrir quais são, segundo os leitores, os melhores livros brasileiros publicados em 2019.

Robert Walser: o escritor que fez a cabeça de Kafka

Robert Walser: o escritor que fez a cabeça de Kafka

Walser morreu, “louco” (há quem duvide disto, incluindo o próprio autor, que, perguntado por que não continuava escrevendo no hospício, redarguiu: “Eu estou aqui para ser louco, não para escrever”), aos 78 anos, em 1956. Ele era o autor preferido do tcheco Franz Kafka, que, como o suíço e o búlgaro Elias Canetti, escrevia em alemão.