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Uma voz, um vibrafone e a arte de fazer música que salva o dia da gente

Uma voz, um vibrafone e a arte de fazer música que salva o dia da gente

Pura, simples e bela celebração da vida, da amizade e da beleza, o disco de Bia e Ricardo relê nove clássicos da música popular brasileira em arranjos sensíveis e inspirados para voz e vibrafone, acompanhados de um violão aqui, um contrabaixo acústico ali, um quarteto de cordas acolá. São canções que um dia tocaram no rádio, quando ainda havia rádios, e que consolaram a dor e enfeitaram a alegria de um mundo de gente.

Sullivan & Massadas são melhores do que Lennon & McCartney

Sullivan & Massadas são melhores do que Lennon & McCartney

Conversa de botequim quase sempre rende risos, diversão e algum grau de leviandade. Cansado da dicotomia entre Deus e o Diabo, Lula e Bolsonaro, Pepsi e Coca-Cola, doido para criar polêmica durante a happy hour, Roberto Planta, o vocalista fanho, soltou a seguinte enquete entre os companheiros de banda: “Quem é melhor: Fullivan & Mafadas ou Lennon & McCartney?”

Bula de Livro: O Mundo do Sexo, de Henry Miller

Bula de Livro: O Mundo do Sexo, de Henry Miller

Miller fez previsões contundentes, baseadas na decadência dos humanos em função do desenvolvimento tecnológico, e levantou críticas severas ao distanciamento e à escassez de amor entre as pessoas. Dizia: “A ciência ainda procura; o amor encontrou”. Era um fervoroso defensor da vida natural e crítico das modernidades eletrônicas e afins. “Para nos proteger, inventamos os mais fantásticos instrumentos de destruição, que acabam voltando contra nós.”

A gente vamos fazer o que professor mandar

A gente vamos fazer o que professor mandar

Professores de Física são bons para ensinar os jogadores a estudar a trajetória da bola e assim finalmente acertarem alguns passes. Professores de Geografia são ótimos para ensinar onde ficam o Cazaquistão, o Azerbaijão e outros estranhos países, cujos times andam contratando jogadores brasileiros. Professores de História são bons para explicar aos jogadores por que talvez não seja uma boa eles aceitarem um contrato para jogar no Dínamo de Kiev.

A claustrofobia respirável de Starnone Divulgação / The Big Issue

A claustrofobia respirável de Starnone

Domenico Starnone me desassossegou, e isso sabota o personagem que ando construindo para mim: do tiozão de meia-idade apreciador da lentidão, depois de anos de pressas inventadas para agradar gente à toa. Li com volúpia três novelas dele; “Dentes”, “Segredos” e “Laços”, nessa ordem, em pouco mais de uma semana cheia de dias úteis. O colapso da minha disciplina para flanar entre parágrafos me alimentou certa mágoa com o marido da Elena Ferrante.