Terror que acaba de chegar ao Prime Video faz do luto o gatilho para algo muito mais perturbador Divulgação / Moonlight Film

Terror que acaba de chegar ao Prime Video faz do luto o gatilho para algo muito mais perturbador

“O Armário” se constrói a partir de uma situação familiar que, à primeira vista, poderia sugerir apenas uma reacomodação emocional após um período de perda, mas rapidamente se revela como um campo de tensão entre o luto, a racionalidade possível diante do inexplicável e a incapacidade humana de aceitar que certos espaços guardam mais do que lembranças. A mudança de Sang-won, interpretado por Ha Jung-woo, e de sua filha Yi-na, vivida por Heo Yool, para uma casa afastada não funciona como a tentativa esperada de reorganizar a vida após a morte da mãe; torna-se, ao contrário, o início de uma convivência diária com sinais que ultrapassam o alcance de qualquer explicação convencional.

O dia em que Mark Twain quis desenterrar Jane Austen (com o próprio fêmur)

O dia em que Mark Twain quis desenterrar Jane Austen (com o próprio fêmur)

Mais de um século depois, a frase escrita por Mark Twain em carta a Joseph Twichell em 1898 tornou-se peça central dessa história de antipatia literária: um clássico atacando outro clássico. Reproduzida em edições de cartas, biografias e coletâneas de insultos, ela mostra um autor consagrado tentando expulsar Jane Austen da biblioteca ideal e acabou virando emblema de uma disputa que envolve gosto, gênero, cânone e a forma como lemos autores consagrados, em ensaios, debates acadêmicos e discussões de leitores.

Um dos melhores filmes de 2025 acaba de chegar à Netflix — e ele é taiwanês

Um dos melhores filmes de 2025 acaba de chegar à Netflix — e ele é taiwanês

Os apuros de uma mãe solo e suas duas filhas lutando pela sobrevivência depois de uma adversidade é só o começo em “A Garota Canhota”, uma trama engenhosa e apaixonada sobre um amor submetido aos tantos ultrajes da pobreza e do descaso, mas que resiste como pode. Shih-Ching Tsou conduz seu filme por emaranhados de pequenas tragédias, desenvolvidos com sutileza, mas sem meias-palavras.

Comédia romântica mais bizarra e esquisitamente doce que você vai ver e nunca vai esquecer, no Prime Video Divulgação / Fandango

Comédia romântica mais bizarra e esquisitamente doce que você vai ver e nunca vai esquecer, no Prime Video

“Ele Morreu Com Um Falafel na Mão” se instala na tela como uma crônica desarrumada da juventude urbana, dessas que nunca admitem disciplina, mas ainda assim revelam um método próprio: atravessar o caos até que ele faça algum sentido. A primeira imagem de Danny, vivido por Noah Taylor, já sugere alguém acostumado a conviver com o colapso, quase confortável dentro dele. O personagem carrega um cansaço precoce, o tipo de exaustão que só quem abandonou qualquer fantasia de estabilidade é capaz de reconhecer.

A história secreta do filme que arruinou carreiras e virou maldição em Hollywood Divulgação / United Artists

A história secreta do filme que arruinou carreiras e virou maldição em Hollywood

Em 1980, um western épico de quase quatro horas, orçado em dezenas de milhões de dólares, arrastou o diretor Michael Cimino, abalou o estúdio “United Artists” e virou sinônimo de desastre industrial. A história oficial fala em megalomania, abuso de animais e crítica impiedosa. A história secreta é mais incômoda: “O Portal do Paraíso” concentrou ansiedades sobre autorismo, dinheiro e controle criativo que ainda ecoam quando executivos brasileiros citam o título como ameaça velada em reuniões de projetos ambiciosos demais.