Renée Zellweger e Greg Kinnear em história de fé e redenção na Netflix Dale Robinette / Paramount Pictures

Renée Zellweger e Greg Kinnear em história de fé e redenção na Netflix

Quando a doença impõe um prazo real à vida, certas escolhas deixam de ser discurso bonito e viram urgência dentro de casa. “Somos Todos Iguais”, dirigido por Michael Carney, parte dessa pressão concreta para contar a história de Deborah Hall (Renée Zellweger), uma mulher profundamente religiosa que, ao enfrentar um câncer agressivo, decide que precisa salvar mais do que a própria saúde: ela quer resgatar o casamento com Ron Hall (Greg Kinnear) e, no processo, transformar a maneira como o marido enxerga o mundo.

Era do prompt: a arte já era

Era do prompt: a arte já era

A inteligência artificial popularizou a criação: pintar, escrever, compor e filmar viraram funções de software nas mãos de qualquer pessoa com um celular. A arte, antes associada a valor e exclusividade, enfrenta uma crise: o diferencial passa do talento ao domínio do prompt. À medida que imagens e textos se multiplicam, o extraordinário vira lugar comum, o público se desencanta e a cultura física da geração X perde chão numa mudança cultural que pode redefinir a autoria nos próximos anos.

A Netflix tem um filme com Hugh Jackman e Vera Farmiga que quase ninguém viu — e esse é o detalhe mais chocante Divulgação / Sony Pictures Releasing

A Netflix tem um filme com Hugh Jackman e Vera Farmiga que quase ninguém viu — e esse é o detalhe mais chocante

Em “O Favorito”, Gary Hart surge como o democrata com caminho aberto para 1988 e tenta manter a campanha no terreno das ideias, mas a recusa em falar da vida conjugal alimenta uma cobertura em disputa e uma apuração que não recua. O iate Monkey Business e o encontro com Donna Rice deixam rastros, e uma dica anônima empurra repórteres para vigilância e fotografias. A campanha reage com tarefas práticas — como enviar Irene Kelly para lidar com Rice — e termina expondo ainda mais quem já está vulnerável ao assédio.

Expressões que não entendo

Expressões que não entendo

Existem vários ditos populares ou expressões que são muito maneiras, que conseguem explicar uma situação melhor do que um parágrafo inteiro. Mas algumas expressões bem populares que eu escuto bastante, para mim não fazem o menor sentido, e eu fico pensando na lógica que foi usada para que fossem criadas. Um exemplo é “mais perdido do que cego em tiroteio”.

Te amo pra cacete

Te amo pra cacete

Ao final do feriado, quando retornei com a minha gata para casa, eu me senti impactado por ter estado com aquelas pessoas que sofri uma espécie de síndrome de abstinência. Entrei numa deprê, num inusitado estado de melancolia. Pouco mais de vinte e quatro horas, e eu já sentia uma saudade imensurável deles. Resolvi escrever para desanuviar. Mesmo que o texto ficasse uma porcaria, como parece que ficou mesmo. Reforma interior é assim: os benefícios passam.