Livros

Manias ou métodos de trabalho de 10 escritores clássicos

Manias ou métodos de trabalho de 10 escritores clássicos

No livro “Rituales Cotidianos — Como Trabajan los Artistas” (Turner, 264 páginas), Mason Currey registra as manias ou hábitos de trabalho de mais de 160 criadores célebres. O jornal “ABC”, de Madri, arrola, no texto “Las manías de los grandes escritores”, o que chama de “manias” de dez prosadores. O livro, inédito no Brasil, explica como os escritores, de James Joyce a Philip Roth, escreveram suas obras-primas.

22 livros que são diamantes para o cérebro

22 livros que são diamantes para o cérebro

Livros, bons livros, são verdadeiros diamantes para o cérebro ou, se se quiser, para a alma. Aliás, até maus livros, se bem lidos, se tornam pelo menos uma vistosa bijuteria. Nesta lista, idiossincrática como qualquer outra, menciono livros que, em geral, foram editados no Brasil há alguns anos. Mas poucos estão fora de catálogo. Os que estão podem ser encontrados em sebos — caso da obra-prima “Paradiso”, romance do Lezama Lima. Quando Fidel Castro for um rodapé na história de Cuba, daqui a 55 anos, Lezama Lima permanecerá sendo lido.

300 livros sobre arte para download gratuito

300 livros sobre arte para download gratuito

A Getty Publicações, programa da J. Paul Getty Trusts —instituição cultural e filantrópica norte-americana que reúne organizações como o J. Paul Getty Museum, o Getty Research Institute e o Getty Conservation Institute, disponibilizou uma biblioteca virtual com parte de seu catálogo em comemoração aos 45 anos de atividade editorial. São aproximadamente 300 livros para download gratuito. As obras disponibilizadas são títulos premiados, publicados entre 1968 e 2013, e que podem ser pesquisadas por temas, títulos, autores ou palavra chave.

40 frases impagáveis do Barão de Itararé

40 frases impagáveis do Barão de Itararé

Criador do jornal “A Manha”, o Barão ridicularizava ricos, classe média e pobres. Não perdoava ninguém, sobretudo políticos, donos de jornal e intelectuais. Ele não era barão, é claro. Mas deu-se o título de nobre e nobre se tornou. O primeiro nobre do humor no Brasil. Debochava de tudo e de todos e costumava dizer que, “quando pobre come frango, um dos dois está doente”. Ele é um dos inventores do contra-politicamente correto.

O drama de Frank Sinatra nas mãos de Don Corleone

O drama de Frank Sinatra nas mãos de Don Corleone

Frank Sinatra é o cantor Johnny Fontane de “O Poderoso Chefão”, de Mario Puzo (livro) e de Francis Coppola (filme). Durante anos, a Máfia patrocinou o amigo Sinatra e, quando sua carreira caminhava para a decadência, mafiosos, como Sam Giancana, levantaram-na com elegância e, não menos importante, violência. Ao escrever o “Chefão”, Mario Puzo não hesitou e aproveitou a história de como Sinatra conseguiu um papel importante no filme “A Um Passo da Eternidade” (1953), dirigido por Fred Zinnemann. A Máfia “deu-lhe” o papel do simpático Angelo Maggio, um soldado rebelde.

O beijo na boca dos poetas Walt Whitman e Oscar Wilde

O beijo na boca dos poetas Walt Whitman e Oscar Wilde

Oscar Wilde, que morreu com apenas 46 anos em 1900, talvez tenha sido o primeiro metrossexual da história, um poderoso antecessor do cantor David Bowie e do jogador de futebol David Beckham. Ao visitar os Estados Unidos, em 1882, para uma série de conferências — a principal dela “Renascimento inglês”, sobre o esteticismo —, escandalizou e mesmerizou muitos americanos e se tornou uma estrela possivelmente maior do que Charles Dickens. As roupas de Wilde, berrantes e estilosas, atraíam os olhares de homens e mulheres.

Felipe Neto, o Cinderelo da internet

Felipe Neto, o Cinderelo da internet

Dificilmente alguém que não conheça e admire previamente Felipe Neto vai se interessar pela leitura de “Não Faz Sentido — Por Trás da Câmera”. Isso significa defender que se trata de um livro para fãs? Assim como os de Fiuk, Justin Bieber e Restart? Talvez comercialmente, mas não na essência. Felipe Neto realmente escreveu um livro e não apenas participou de um ensaio fotográfico para ilustrá-lo. Se o toque de Midas vai continuar ou se o livro vai virar abóbora ao bater meia-noite permanece uma incógnita. Afinal, estamos no Brasil.