Livros

Brasileira bancou primeiro livro de George Orwell e foi sua amante

Brasileira bancou primeiro livro de George Orwell e foi sua amante

Biografia escrita por Jeffrey Meyers revela que uma gaúcha, filha de ingleses, foi amante, mecenas, conselheira e agente literária do autor dos romances distópicos “1984” e “A Revolução dos Bichos”. Jeffrey Meyers registra que “Mabel Robinson Fierz foi a figura feminina mais importante das três que Blair encontrou em Southwold. Havia nascido em 1890, os pais eram ingleses, no Rio Grande do Sul, Brasil. Sabia português e falava inglês com certo sotaque, havia recebido aulas particulares em casa e chegou à Inglaterra em 1908, quando tinha 17 anos”.

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Os melhores livros de 2016

Os melhores livros de 2016

Gosto de livros e gosto de listas (no Tinder dos pares perfeitos, lista de livros empata com queijo Stilton acompanhado de vinho do Porto). Nada de muito estranho, acredito: há quem goste de aquários, boliche e até — livrai-me, Senhor, de tamanho vício — de viver sem álcool e tabaco. No geral, é uma vida sem sobressaltos; porém, eu diria que existem, claro, épocas de tumulto e mesmo de sangue, suor e lágrimas. Em dezembro, por exemplo, as listas dos melhores livros publicados no ano me fazem passar horas buscando-as em jornais e revistas do mundo todo e as lendo com obsessão de Iago — nada de limitações geográficas, amigos, o verdadeiro viciado é cosmopolita e pedante. Infelizmente, é uma lástima que, apesar de tantas listas acumuladas na cachola, eu não consiga me desasnar mesmo gastando os tubos para comprar os livros indicados.

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Quatro novidades do mercado editorial que todo leitor precisa conhecer

Quatro novidades do mercado editorial que todo leitor precisa conhecer

Ptolomeu queria reunir todos os papiros escritos em sua Biblioteca de Alexandria. Gutenberg aposentou a pena e possibilitou a reprodução dos livros. Steve Jobs queria obsoletar o papel e colocar a Biblioteca de Alexandria no bolso. Grandes ou pequenas inovações que mudam a vida dos leitores surgem de tempos em tempos — selecionamos quatro recentes novidades que você não pode deixar de conhecer!

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Os melhores livros da história da literatura

Os melhores livros da história da literatura

Para se chegar ao resultado fizemos uma compilação de listas publicadas por jornais, revistas e sites especializados em listas, mercado editorial e livros. O objetivo da pesquisa era identificar, baseado nestas listas, quais eram os melhores livros da história da literatura. Algumas das listas pesquisadas incluíam apenas romances, outras — livros não ficcionais. Algumas traziam apenas obras do século 20, outras — obras seminais, formadoras da cultural ocidental. Após a seleção das listas, criamos uma base de dados para que todos os livros fossem pontuados igualmente independentemente do gênero ou período em que foi escrito.

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Bob Dylan: um gênio e um louco judeu

Bob Dylan: um gênio e um louco judeu

Um gênio excêntrico. Um judeu que vive sérios conflitos consigo mesmo. Teve uma infância muito parecida com Philip Roth — que tem seu mote e seus monstros todos judeus, e que foi acusado de ser mais um ‘auto-odioso’ judeu. Também sempre quis pertencer a alguma doutrina ou a alguma fé, assim como a nossa incrível escritora Clarice Lispector, mas só a encontraram nas letras — cancionadas ou poetizadas. Foi um rebelde com muitas causas, louvou Jesus, e se tornou quase uma divindade como Bob Fischer, o ídolo americano e grande campeão de xadrez, que encontrou a salvação nos atos extremos e nas crenças odiosas de Osama Bin Laden.

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Os 11 mandamentos de Henry Miller

Os 11 mandamentos de Henry Miller

No início dos anos 1930, quando ele escreveu o que se tornaria seu primeiro romance, o superinfluente “Tropico de Câncer”, Henry Miller escreveu uma lista de 11 mandamentos, a serem seguidos por ele mesmo. “Miller é um escritor muito original: a sequência dos seus livros constitui uma grande autobiografia assim franca como ninguém jamais escreveu; na sua adoração profundamente romântica do sexo sempre há nuanças de um humorismo picaresco e pitoresco”, escreveu o crítico Otto Maria Carpeaux.

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On the Road, o livro que inventou uma geração

On the Road, o livro que inventou uma geração

A literatura universal é pródiga em brindar a humanidade com obras que são verdadeiros divisores de águas. Mas, destas, só algumas podem ser classificadas como seminais. Este espaço é para relatar uma experiência fascinante aos olhos do leitor amadurecido: a publicação em meados do século 20 do seminal “On the Road”, segundo romance de Jack Kerouac. O livro que influenciou de Bob Dylan a Jim Morrison, passando por Charles Bukowski, Lou Reed, Win Wenders.