Filme brasileiro para maiores de 18 anos já é considerado o pior filme da história da Netflix
“O Lado Bom de Ser Traída”, o suspense erótico de Diego Freitas, diretor neófito que caiu no gosto do público e da indústria, se presta a satisfazer anseios de uma fatia da audiência quanto a flagrar atores e atrizes conhecidos das telenovelas sem roupa e protagonizando cenas de sexo quase explícito, tendência que, lamentavelmente, tem se cristalizado no novíssimo mercado cinematográfico do Brasil.