Autor: Marcelo Dias

David Bowie foi um camaleão? Não foi, não

David Bowie foi um camaleão? Não foi, não

Odeio chavões que se repetem sem uma boa razão. E tá na hora de acabar com um deles: 8 de janeiro foi o aniversário de David Bowie, falecido em 2016. E pode apostar que você leu e ouviu isso sem parar: “Davi Bowie, o camaleão do rock”. É um chavão batidíssimo, surrado. E pior: não faz o menor sentido.

O que um refrigerante nos ensina sobre 2020

O que um refrigerante nos ensina sobre 2020

Vamos combinar: 2020 foi estranho, esquisito, tenso. Mas não caia na armadilha de achar que tem que aprender algo com ele. Até porque, se o ano veio para ensinar algo, a maioria não entendeu. Não veio um manual junto nem uma nota de rodapé explicativa. Na verdade, a melhor coisa de 2020 é que ele acabou.

O desembargador que rasga multa é como você e eu

O desembargador que rasga multa é como você e eu

Preparem a pipoca: nos próximos dias o esporte nacional brasileiro vai ser esculhambar o desembargador Eduardo Siqueira, aquele que ofendeu guardas municipais de Santos. Se vendesse camisetas com a frase “100% contra o Siqueira” eu ficaria rico. E está todo mundo certo em se revoltar com o sujeito, já que ele ultrapassou todos os limites da petulância.

Brasil, entre o soco e o grito

Brasil, entre o soco e o grito

O Brasil parece que virou um videogame multiplayer gigante, onde a única solução é explodir tudo e todos até acabar com o outro time. Como videogame poderia ser divertido. Mas trata-se da vida real, então a questão não é ser divertido. Não importa quem ganhe, na vida real o time perdedor continua no jogo. Perdedores e vencedores têm que conviver.

Mundo pós-covid-19: alguém sabe mesmo como vai ser?

Mundo pós-covid-19: alguém sabe mesmo como vai ser?

Reforce seus contatos. Busque atualização. E cuide da sua casa. Não dá para ser o empreendedor do futuro se você nem sequer cuida da louça suja. Vá com calma no desejo de se reinventar. Porque você pode ficar prontinho, capacitado e reinventado para um futuro que não vai se concretizar. E o pior: com a louça suja.

Quarenteners: como gourmetizar uma pandemia

Quarenteners: como gourmetizar uma pandemia

Precisamos impor um limite. Gourmetizar brigadeiro e cachaça até dá pra aguentar. Mas gourmetizar pandemia é demais. Não dá para encarar esse isolamento obrigatório e necessário como um período sabático, como se a humanidade toda estivesse indo espontaneamente para um spa.