Estreito, vidro, a tropa e a troça
No sonho em frangalhos do poeta ensimesmado tem uma tropa murcha marchando em direção. A tropa assopra troços, são destroços frouxos, precisam atravessar o estreito, fingir trapaça. Distraem-se os tropeiros porque há dobras, pálpebras que sobram do olhar da mulher. Cada batalha, uma nova fagulha atrapalha. Cobra. Alvitra. E mostra o pau.








