Acabou de estrear na Netflix: Luca Guadagnino adapta William S. Burroughs em viagem onírica, tropical e inquietante
A cada filme, Luca Guadagnino prova que é um dos diretores mais subversivos do cinema atual. A disrupção de Guadagnino é assumidamente panfletária em “Queer”, um de seus trabalhos mais criativos e maduros, em que brinca de ir misturando gêneros e histórias, com um toque confessional. Imagens homoeróticas, o kitsch e a inquietação social enfrentam aqui o rescaldo fascista dos anos 1950 numa batalha inglória e vesana, numa busca renhida por liberdade. Uma das razões que explicam um enredo tão ácido.









