As 40 palavras mais feias da língua portuguesa

As 40 palavras mais feias da língua portuguesa

Durante o ano 2015 pedimos aos leitores e colaboradores da Revista Bula que nos indicassem quais são as palavras mais belas e mais feias da língua portuguesa. Ao todo, seis enquetes foram realizadas, entre os meses de janeiro e junho, totalizando mais de 5 mil participações. O resultado não pretende ser abrangente ou definitivo e corresponde apenas à opinião das pessoas consultadas.

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Não sou essa Coca-Cola toda que vocês estão pensando

Não sou essa Coca-Cola toda que vocês estão pensando

Eu pareço um bom moço. O meu português não é ruim. Essa vocação antiga para ser o ombro amigo de alguém ainda vai me quebrar o pescoço. Nunca tive um centímetro da pele tatuado num cais de porto. Portanto, sou uma criatura mais sem graça que o por do sol visto atrás das grades. São coisas que não somam. Quando escrevo, eu me esparramo aos cacos. Eu não sou tão bom assim quanto vocês imaginam, nem mesmo quando estou dormindo em pé nos cascos.

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As 40 palavras mais belas da língua portuguesa

As 40 palavras mais belas da língua portuguesa

Durante o ano 2015 pedimos aos leitores e colaboradores da Revista Bula que nos indicassem quais são as palavras mais bonitas da língua portuguesa. Ao todo, seis enquetes foram realizadas, entre os meses de janeiro e junho, totalizando mais de 5 mil participações. O resultado não pretende ser abrangente ou definitivo e corresponde apenas à opinião das pessoas consultadas.

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Não tenha medo de mudar. A vida é muito curta para ser pequena

Não tenha medo de mudar. A vida é muito curta para ser pequena

É normal a todo mundo os momentos de dúvidas. Às vezes, achamos que é preciso estar completo para nos sentirmos felizes. Mas, talvez, a felicidade seja a imperfeição. Não termos tudo que gostaríamos nos impulsiona a olhar com mais atenção àquilo que já temos. E mesmo que nossos planos ainda não foram concluídos, aprendemos a valorizar as nossas conquistas até agora. O problema é que estamos sempre sendo questionados. A própria sociedade nos cobra o tempo todo.

Que se dane. Vou ser feliz na chuva

Que se dane. Vou ser feliz na chuva

Ninguém gosta de sofrer, por suposto. Estava tão afetado nos últimos tempos, que se sentia um náufrago com hidrofobia e se dispunha a acreditar em qualquer coisa que lhe apresentassem como a redenção. E por falar em Redenção, uma índia emigrante do Pará que fazia faxinas na casa da vizinha ao lado foi logo oferecendo a ele — o desacorçoado — uma garrafada de ervas que consistia numa mistura exótica de extrato de ayahuasca-diet, caldo de chavasca e pinga de passarinho, tudo isso envasado numa garrafa de Velho Barreiro.

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