Que me perdoem os shakes de proteína, mas churro de doce de leite é fundamental

Que me perdoem os shakes de proteína, mas churro de doce de leite é fundamental

Quão politicamente incorreto é defender hambúrgueres e maldizer a rúcula em tempos de sedentarismo e doenças decorrentes da ingestão de besteiras a bel-prazer? Então priorize a saúde. Mexa o corpo. Evite enlatados, conservantes, corantes. Coma alface. E fibras. Beba água. Use filtro solar (ops, essa é outra história). Mas permita-se compensar o suor das aulas de jump com taças de vinho. Não há mal no torresmo de fim de semana. Se sentir algo diferente no peito, os invejosos dirão que é o miocárdio mandando um sinal. Explique que é só alegria.

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O Ministério da Saúde adverte: para viver bem é só ligar o foda-se!

O Ministério da Saúde adverte: para viver bem é só ligar o foda-se!

Já queimei o arroz, o couro cabeludo, os pés na areia quente, o corpo até dar bolhas. Já queimei foto do ex, o meu próprio filme, e a cabeça de tanto pensar. Queimei de ódio e de vergonha. Ah, queimei. Já saí sem hora para voltar, sem juízo, sem sutiã, sem perfume, celular, chave de casa, protetor solar. Já menti para a minha mãe quando disse que nunca fui a um baile funk, para o meu pai quando jurei que nunca tinha beijado, para o meu chefe quando supostamente adoeci na quarta-feira de cinzas.

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Os melhores livros da história da literatura

Os melhores livros da história da literatura

Para se chegar ao resultado fizemos uma compilação de listas publicadas por jornais, revistas e sites especializados em listas, mercado editorial e livros. O objetivo da pesquisa era identificar, baseado nestas listas, quais eram os melhores livros da história da literatura. Algumas das listas pesquisadas incluíam apenas romances, outras — livros não ficcionais. Algumas traziam apenas obras do século 20, outras — obras seminais, formadoras da cultural ocidental. Após a seleção das listas, criamos uma base de dados para que todos os livros fossem pontuados igualmente independentemente do gênero ou período em que foi escrito.

Bob Dylan: um gênio e um louco judeu

Bob Dylan: um gênio e um louco judeu

Um gênio excêntrico. Um judeu que vive sérios conflitos consigo mesmo. Teve uma infância muito parecida com Philip Roth — que tem seu mote e seus monstros todos judeus, e que foi acusado de ser mais um ‘auto-odioso’ judeu. Também sempre quis pertencer a alguma doutrina ou a alguma fé, assim como a nossa incrível escritora Clarice Lispector, mas só a encontraram nas letras — cancionadas ou poetizadas. Foi um rebelde com muitas causas, louvou Jesus, e se tornou quase uma divindade como Bob Fischer, o ídolo americano e grande campeão de xadrez, que encontrou a salvação nos atos extremos e nas crenças odiosas de Osama Bin Laden.

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Por que os pombos borram nas pessoas?

Por que os pombos borram nas pessoas?

Porque não damos mais asas aos sonhos. Porque quebramos um átomo, mas remendamos ciclos viciosos. Porque tratamos o dinheiro com mais respeito que ele merece. A vida não aceita desaforos, companheiros. Porque pagamos propinas. Porque fazemos sexo com meninas. Porque não criamos os filhos para serem diferentes de nós. Porque abandonamos os velhos agonizando nos redemoinhos da saudade e da memória.

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