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O cinema nunca conseguiu repetir essa receita: o maior romance dos últimos 30 anos, no Prime Video Divulgação / Polygram Filmed Entertainment

O cinema nunca conseguiu repetir essa receita: o maior romance dos últimos 30 anos, no Prime Video

Em “Um Lugar Chamado Notting Hill”, Hugh Grant, Julia Roberts e Richard McCabe atuam sob a direção de Roger Michell. No enredo, um livreiro londrino tenta viver um romance comum com uma atriz mundialmente famosa, sem conseguir controlar as consequências dessa exposição. William Thacker (Grant) leva uma vida previsível, organizada em torno de uma pequena livraria e de amizades estáveis; Anna Scott (Roberts) circula cercada por compromissos, expectativas e vigilância constante.

Vencedor de 7 Oscars, o épico que consolidou um novo padrão de espetáculo no cinema Divulgação / Columbia Pictures

Vencedor de 7 Oscars, o épico que consolidou um novo padrão de espetáculo no cinema

Em “Lawrence da Arábia”, dirigido por David Lean e estrelado por Peter O’Toole ao lado de Alec Guinness e Anthony Quinn, um oficial britânico tenta liderar forças árabes contra os turcos e acaba confrontado pelos limites dessa autoridade improvisada. Em Cairo, T. E. Lawrence (O’Toole) recebe permissão restrita para observar a frente árabe, uma autorização concedida com cautela e pronta para ser retirada ao primeiro erro.

Uma lição de vida inesquecível que vai te abraçar como um cobertor quentinho no inverno, no Prime Video Divulgação / Sony Pictures Classics

Uma lição de vida inesquecível que vai te abraçar como um cobertor quentinho no inverno, no Prime Video

Em “Lições de Liberdade”, dirigido por Peter Cattaneo e com Steve Coogan no papel de Tom, o protagonista desembarca em Buenos Aires para assumir aulas de inglês e rugby na escola St. George’s num país que já sente o cheiro de uma iminente ditadura militar. Tom aceita o posto com receio e ceticismo, acreditando que a rotina acadêmica pode protegê-lo da turbulência política externa; Buckle (Jonathan Pryce), o rígido diretor, reforça essa promessa de neutralidade institucional.

Netflix tem um thriller de ficção científica onde o perigo é humano (e por isso dá medo) Divulgação / Bleecker Street Media

Netflix tem um thriller de ficção científica onde o perigo é humano (e por isso dá medo)

Em “Estação Espacial Internacional”, Gabriela Cowperthwaite põe seis cientistas, três americanos e três russos, presos ao módulo claustrofóbico da EEI. O clima amistoso racha quando notícias na Terra sugerem uma reedição da Guerra Fria e Alexey Pulov lidera uma insurreição silenciosa, implicando a morte do comandante Gordon Barrett. Entre acidez, suspeitas e autossabotagem, o roteiro de Nick Shafir especula avanços científicos e uma distopia que pode chegar à década de 2030 e testa lealdades, até que o cristal se quebra.