Maria Luiza Jobim e a beleza de tudo que é simples
Tenho lido as críticas especializadas, sempre muito competentes em lançar os olhos clínicos sobre o disco, analisar a relação entre as canções e o momento da vida dessa artista. Algumas estendem pontes do álbum anterior, “Casa Branca”, de 2018, para esse de agora, outras analisam os significados diferentes da palavra “Azul” em português e em inglês, o trânsito das canções entre a tristeza e a alegria, a luz e a sombra.





