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As cartas trocadas entre os poetas Rilke, Marina Tsvietáieva e Boris Pasternak

As cartas trocadas entre os poetas Rilke, Marina Tsvietáieva e Boris Pasternak

O livro “Cartas del Verano de 1926” (Minúscula, 439 páginas) contém as missivas de Boris Pasternak, Marina Tsvietáieva e Rainer Maria Rilke. Trata-se de uma edição que, impressa em Barcelona, circula nas livrarias argentinas (adquiri meu exemplar na 48ª Feira do Livro de Buenos Aires, em abril deste ano). As traduções do russo são de Selma Ancira e as do alemão de Adan Kovacsics. Os poemas foram vertidos para o espanhol por Selma Ancira e Francisco Segovia. A edição e a introdução são de Konstantín Azadovski, Evguêni Pasternak e Elena Pasternak. Há um importante índice de nomes.

O sindicato dos verdadeiros falsários

O sindicato dos verdadeiros falsários

Os falsários se reuniram e decidiram que a categoria necessitava de um sindicato, havia muitos falsos falsários e era preciso que os verdadeiros falsários se defendessem. E assim foi criado o Sindicato dos Verdadeiros Falsários. E para controlar o acesso as reuniões do sindicato foi feita uma carteirinha considerada a prova de falsificações.

Que saudade de Henry Miller…

Que saudade de Henry Miller…

Caim jogou a culpa para o Criador. Uma escolha óbvia, dado o contexto genesíaco. Havia pouca gente no mundo. Ou culpava Deus ou culpava os pais. Embora hoje a segunda opção esteja mais em voga, na época, colocar o homicídio na conta dos bate-bocas frequentes entre Adão e Eva provavelmente soaria como um argumento incompreensível. Com o decorrer dos milênios, no entanto, o repertório dos pecadores pegos em flagrante mostrou-se infinito.

Eles não usam copo Stanley

Eles não usam copo Stanley

Não tenho nada contra os copos térmicos. Nada mesmo. Muito pelo contrário. Acho até que são os melhores do mundo, depois, é claro, dos clássicos copos americanos de vidro canelado, de 190 ml, fartamente utilizados nos botequins que eu frequento. Ando pistola com os copos térmicos. Parece antagônico, mas, eu explico. Na verdade, ando implicado com usuários de copos térmicos. E eles estão por todas as partes. Nos bares. Nos regabofes. Nas despedidas de solteiro. Nos funerais. Nos bailes de formatura. Nos batizados. Nos cabarés.

Nos 100 anos de Bloomsday, pergunte-se: para que ler Ulysses, de James Joyce?

Nos 100 anos de Bloomsday, pergunte-se: para que ler Ulysses, de James Joyce?

O Bloomsday é uma celebração literária anual que homenageia o icônico escritor irlandês James Joyce e sua obra-prima, “Ulysses”. Comemorado em 16 de junho, a data marca o dia em que a ação do romance ocorre, em 1904, seguindo as aventuras de Leopold Bloom pelas ruas de Dublin. Este evento não apenas atrai entusiastas da literatura, mas também se destaca como o único feriado literário do mundo, sendo particularmente especial em Dublin. Desde os anos 1950, o Bloomsday evoluiu para uma festividade global, reunindo fãs de Joyce que participam de leituras públicas, passeios guiados e diversas atividades culturais.