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Meio do Céu: coral de vozes dissonantes

Meio do Céu: coral de vozes dissonantes

Uma forma de escrita vem ganhando mais espaço ao enfrentar os desafios para contar histórias na atualidade. Ela responde à questão de como se pode narrar hoje e como expor uma realidade complexa e confusa. Saem de cena o tradicional narrador em primeira pessoa e também aquele em terceira pessoa. As histórias passam a ser montadas por meio de várias vozes que remetem ao teatro, evidentemente, e a um tipo novo de prosa.

Meridiano de Sangue: uma radiografia estruturalista guiada por Barthes, Genette e o gênio de McCarthy

Meridiano de Sangue: uma radiografia estruturalista guiada por Barthes, Genette e o gênio de McCarthy

A literatura tem o poder de capturar os extremos da experiência humana, transformando o caos em narrativa e a violência em reflexão. Em algumas obras, o tecido narrativo não apenas apresenta eventos, mas desafia o leitor a confrontar as contradições mais profundas da história, da moralidade e do próprio ato de existir. Esses textos se destacam por sua complexidade estrutural, sustentada por escolhas estilísticas rigorosas que entrelaçam tempo, espaço e voz em uma composição que ressoa muito além de suas páginas.

Ardil 22, de Joseph Heller: uma leitura da máquina do absurdo

Ardil 22, de Joseph Heller: uma leitura da máquina do absurdo

Poucas obras conseguem capturar tão bem a tensão entre o cômico e o trágico ao abordar a irracionalidade dos sistemas humanos. Em meio a um cenário de guerra, um protagonista luta não por heroísmo, mas pela preservação de sua humanidade. A narrativa expõe as contradições das instituições que reduzem indivíduos a peças descartáveis, desafiando normas impostas por lógicas desumanas. Entre humor corrosivo e reflexões profundas, somos levados a questionar o valor da vida e a sanidade em meio ao caos. O impacto transcende o contexto histórico, dialogando com dilemas universais.

5 vinhos lendários para provar ao menos uma vez — se puder pagar 30 mil reais

5 vinhos lendários para provar ao menos uma vez — se puder pagar 30 mil reais

Provar um vinho de guarda é como saborear a história em uma taça. Com preços entre 20 e 30 mil reais, essas preciosidades transcendem o simples prazer de beber. São joias da enologia, maturadas por décadas para oferecer uma experiência sensorial única. Cada garrafa é uma viagem no tempo, onde terroirs lendários e mãos experientes criam verdadeiras obras de arte líquidas. Para os amantes de vinho, são momentos que devem ser vividos pelo menos uma vez na vida.

O problema do rombo

O problema do rombo

Você já parou para pensar como lidamos com os rombos do dia a dia? Seja no orçamento ou no banheiro, as soluções rápidas e baratas nem sempre resolvem. Enquanto uns improvisam, outros encontram vantagens até nas maiores crises. Afinal, há quem veja no problema uma oportunidade — mas para quê, exatamente? Descubra como um rombo no chão virou motivo de festa em Brasília.