Toquem “Caneta Azul” na droga do meu funeral
Outro dia, num programa televisivo de retumbante audiência, assisti às explicações minuciosas de “especialistas” sobre como construir um hit musical. Aquele tipo de canção que gruda no ouvido das pessoas. Chiclete. Isso mesmo. Foi esse o termo utilizado para descrever uma composição com potencial para cair rapidamente no gosto popular, colando no imaginário do povão que nem goma de mascar na parte de baixo da cadeira escolar.





