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Pra que tanto livro?

Pra que tanto livro?

Entre leituras, empréstimos, releituras e compras que nunca cessam, o autor reflete com humor e sinceridade sobre sua relação cotidiana com os livros. Mais do que objetos de estima ou troféus de estante, eles aparecem como companhia, acúmulo, memória, descoberta e até esquecimento. Ao longo do texto, fica claro que não foi uma obra isolada que transformou sua vida, mas a soma de muitas páginas lidas, relidas, guardadas, emprestadas e compradas com prazer ao longo do tempo.

Duas pessoas trocando saliva é gostoso de se ver

Duas pessoas trocando saliva é gostoso de se ver

Não será por acaso que a maior parte das pessoas circula pela Paris imaginária com a cútis tomada por hematomas, constituindo uma alegoria jocosa, formidável. Da mesma forma, nesse contexto extraordinário, as demonstrações de afeto por meio do beijo, não apenas são vedadas, proibidas, como punidas com a própria morte dos beijoqueiros.

O escândalo de Spinoza: Deus não está no céu, e isso muda tudo

O escândalo de Spinoza: Deus não está no céu, e isso muda tudo

Ao identificar Deus e natureza, Spinoza retirou o divino do campo da vontade arbitrária e o reconduziu à ordem imanente do real. Com isso, não apenas redefiniu a metafísica, mas abalou certezas morais, religiosas e políticas profundamente arraigadas. Sua filosofia desmonta a superstição, desloca o homem do centro do universo e propõe uma ideia exigente de liberdade: não a fantasia de agir sem causa, mas a possibilidade de compreender o que nos determina e, assim, viver com menos servidão.

Quando o cinema e o rock foram influenciados pelo Bolero de Ravel

Quando o cinema e o rock foram influenciados pelo Bolero de Ravel

Com sua construção hipnótica, baseada na repetição e no crescendo orquestral, o “Bolero”, de Maurice Ravel, ultrapassou os limites da música erudita e marcou presença também no cinema e no rock. De cenas emblemáticas em filmes como “Mulher Nota 10” e “Retratos da Vida” a canções influenciadas por seu ritmo e sua progressão intensa, a obra se consolidou como uma das composições mais reconhecíveis, duradouras e fascinantes da história da música ocidental no século 20.

Posso orar por você?

Posso orar por você?

Como assim? Para que orar? Por que orar? Como orar? Onde orar? Orar quer dizer rezar, né? Foram muitas perguntas que passaram por minha cabeça em décimos de segundo. Nada contra quem acredita nisso, mas eu nunca tinha visto aquela moça na minha vida. Quem era ela? O que ela pediria para mim em suas orações? Será que ela queria rezar para me livrar dos meus pecados? Ou será que ela pediria para que eu descobrisse a palavra do Senhor?