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Eu vi rios no Purgatório
Nesta antologia, Adalberto de Queiroz transforma memória, fé, rios e linguagem em poesia luminosa, madura, feita de delicadeza e assombro.
Reinaldo Moraes levou a fala, o excesso e o desvio a um ponto raro da literatura brasileira
De Paris a Goiânia, Reinaldo Moraes atravessa livros, noites, afetos e excessos, sem perder a rua, a frase e o humor.