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Primeira adaptação de Stephen King para os cinemas lucrou 18 vezes o orçamento e acaba de voltar à Netflix para provar por que virou um clássico do terror Divulgação / Red Bank Films

Primeira adaptação de Stephen King para os cinemas lucrou 18 vezes o orçamento e acaba de voltar à Netflix para provar por que virou um clássico do terror

“Carrie, A Estranha” é um terror norte-americano de 1976, dirigido por Brian De Palma, adaptado do romance de Stephen King. É um filme de modesto orçamento que se apoia na performance de Sissy Spacek (Carrie White) e Piper Laurie (Margaret White). O longa voltou ao catálogo da Netflix e retornou às listas de mais assistidos, reacendendo o interesse por uma história que costuma ser revisitada em ciclos, sempre que o público busca clássicos capazes de dialogar com temas atuais de abuso, controle social e isolamento juvenil.

Quem realmente escreve os livros de influenciadores e celebridades: dentro do mercado secreto dos escritores fantasmas

Quem realmente escreve os livros de influenciadores e celebridades: dentro do mercado secreto dos escritores fantasmas

Nos bastidores do mercado editorial, especialmente em livros de influenciadores, políticos, CEOs e atletas, cresce um grupo profissional treinado para desaparecer: os ghostwriters. Eles entrevistam, organizam documentos, estruturam capítulos, reescrevem falas inteiras e entregam originais que sairão com outro nome na capa. Enquanto lá fora um livro pode render de 25 a 250 mil dólares ao escritor fantasma, no Brasil a profissão se expande em silêncio, cercada por contratos de sigilo e dilemas éticos sobre autoria, dinheiro e reconhecimento.

Atores banidos do Oscar, salvos pelo streaming

Atores banidos do Oscar, salvos pelo streaming

Desde 2004, a Academia do Oscar removeu ou baniu nomes como Carmine Caridi, Harvey Weinstein, Bill Cosby, Roman Polanski, Adam Kimmel e Will Smith, numa tentativa de endurecer padrões éticos. Fora do Dolby Theatre, porém, as obras desses profissionais permanecem disponíveis em plataformas de streaming, pacotes de TV e catálogos digitais. O descompasso entre sanção institucional e presença comercial expõe como a indústria negocia, de fato, escândalos de abuso, violência e pirataria — e até onde a moral resiste diante do mercado.

Tilly Norwood, a atriz de IA que não existe e já ameaça o trabalho de atores reais e o futuro do cinema

Tilly Norwood, a atriz de IA que não existe e já ameaça o trabalho de atores reais e o futuro do cinema

Anunciada no Zurich Film Festival como “a primeira estrela totalmente digital do mundo”, Tilly Norwood saiu rápido do material de divulgação para o centro de uma disputa concreta: quem decide o que é atuação, quem lucra com isso e quem fica desempregado. Criada pela produtora britânico-holandesa Eline Van der Velden, a personagem de IA recebeu elogios entusiasmados de investidores, ataques duros de sindicatos e levantou questões jurídicas que atravessam Hollywood, Europa e, inevitavelmente, o audiovisual brasileiro, ainda sem respostas definitivas.

A mulher que atravessou ditaduras, censura, amores e uma doença implacável até desaparecer em silêncio: Tônia Carrero

A mulher que atravessou ditaduras, censura, amores e uma doença implacável até desaparecer em silêncio: Tônia Carrero

No alto de um prédio perto do mar, a cidade continua a girar, carros, buzinas, televisores acesos na sala dos vizinhos. Naquele apartamento, porém, o tempo corre em outra escala. A porta ainda recebe flores trazidas por motoristas apressados, bilhetes escritos à caneta, convites para estreias que já não terão resposta. Lá dentro, a luz cai macia sobre quadros envelhecidos e fotografias emolduradas que repetem o mesmo rosto em décadas diferentes.