Autor: Matheus Tévez

Judit Polgár: a dama que deu um xeque-mate no machismo do xadrez

Judit Polgár: a dama que deu um xeque-mate no machismo do xadrez

Quando se fala em xadrez, logo vêm à mente todos os grandes enxadristas que marcaram época e fizeram história, no cenário mundial, ao longo dos tempos. Garry Kasparov, Bobby Fischer, Mikhail Tal, José Raul Capablanca e Magnus Carlsen são nomes quase indiscutíveis em uma organizada lista de gênios da modalidade. De logo, percebe-se a ausência de mulheres nesses rankings e surge o questionamento sobre o porquê disso.

Num país de maricas, onde o choro e o mimimi são intermináveis, o que são 270 mil mortes?

Num país de maricas, onde o choro e o mimimi são intermináveis, o que são 270 mil mortes?

Segundo a presidencial voz da razão, o resultado final da pandemia não chegaria a 800 óbitos — muito abaixo dos números do H1N1. O pânico seria uma maneira covarde de encarar o vírus letal. Afinal, quem está na chuva tem mais é que se molhar. Num país de maricas, onde o choro e o mimimi são intermináveis, nada mais justo do que mitificar um ser humano que enaltece a ditadura e se preocupa em aumentar o número de armas, mas não se compadece com os milhares de mortos a cada dia.

Enquanto pais, mães, avós e amigos morrem aos milhares, o presidente nada

Enquanto pais, mães, avós e amigos morrem aos milhares, o presidente nada

Atualmente, o país enfrenta a maior média móvel de mortes desde junho de 2020 e passa da casa dos 1000 óbitos diários. São mais de 240 mil mortes no total e o país se aproxima dos 10 milhões de casos confirmados. Alguns estados, inclusive, já indicam um colapso indesejado nas redes de saúde pública, e alguns governadores inclusive estão em vias de adotar práticas restritivas mais severas, como o lockdown.

Uma verdade indigesta: olhando de 2020, seria melhor se Aécio Neves tivesse ganhado em 2014

Uma verdade indigesta: olhando de 2020, seria melhor se Aécio Neves tivesse ganhado em 2014

Uma onda de ódio pela política tradicional levou a população a crer que seria necessário eleger um ícone que quebrasse o sistema. Os seguidos escândalos de corrupção foram fundamentais para que se criasse uma mística de que o universo dos homens públicos era podre e que apenas um super-herói, incorruptível, poderia ser a força motriz necessária para recolocar o governo nos rumos da boa ordem.