Autor: Giancarlo Galdino

33 anos sem o maluco beleza Divulgação / CBS

33 anos sem o maluco beleza

Tal como a fênix baiana que era, agora aos trancos e barrancos, lutando por uma vida que ainda era sua, mas que lhe escorria por entre os dedos, alquebrado que estava devido à perda de 70% do pâncreas para a bebida — condição que se agravava por causa do novo vicio, em éter —, nos últimos anos Raul passou a se apresentar com o conterrâneo Marcelo Nova que, como ele no princípio de sua trajetória musical, só era conhecido na Bahia, no underground do underground, graças a uma banda maldita, cujo nome nem podia ser pronunciado na conjuntura de bruxas que teimavam em não virar cinzas depois do inferno do regime.

Filme francês da Netflix é um pequeno diamante do cinema moderno, mas você não assistiu Divulgação / Netflix

Filme francês da Netflix é um pequeno diamante do cinema moderno, mas você não assistiu

“Shéhérazade” é um amálgama de “The Runaway” (2013), (ou “La Fugue” no original), curta bem-sucedido sobre uma garota perdida, completamente à margem, que só tem um amigo, desgraçado como ela, com quem contar, e “Something Fierce” (2014), documentário que registra a vida de Jamal, um adolescente de 15 anos que começa, a exemplo de tantos outros, uma verdadeira peregrinação por reformatórios, sem nenhum indício de que algum dia vá se emendar.

As 51 maiores músicas brasileiras de todos os tempos A.PAES / Shutterstock

As 51 maiores músicas brasileiras de todos os tempos

Pensando sobre a importância da música na vida do homem contemporâneo no Brasil, a Bula realizou uma enquete com o objetivo de conhecer as preferências musicais dos nossos leitores, encarregados de uma tarefa hercúlea — mas muito prazerosa: elencar as melhores músicas brasileiras em todos os tempos, sem importar o gênero. A consulta foi feita a assinantes da newsletter — via formulário de pesquisa —, e seguidores da página da revista no Facebook e no Twitter. O critério de desempate, quando houve essa necessidade, foi o lugar conquistado no ranking da revista “Rolling Stone Brasil”, publicado em 2009.

Filme que acaba de chegar à Netflix é tão repugnante e assustador que te fará rir para poder suportar

Filme que acaba de chegar à Netflix é tão repugnante e assustador que te fará rir para poder suportar

Um verme gigantesco, pegajoso, repugnante chega de outra dimensão para aterrorizar os pacatos moradores de uma cidadezinha perdida no mapa. Ninguém sente a menor necessidade de mudar, juntando o argumento de que o homem que não domina suas vontades torna-se um escravo delas e de si próprio. Mestre do terror, James Gunn eleva à máxima potência do requinte a sensação de pânico diante de criaturas e situações desconhecidas em “Seres Rastejantes”.