Acabou de cair na Netflix: Bruce Willis num thriller seco, brutal e difícil de esquecer
Tráfico humano, traumas pós-guerra e vigilantismo vão entrando em doses homeopáticas em “Atos de Violência”, sem que isso leve a nenhuma reflexão profunda sobre o estado de degenerescência da vida em comunidade. O diretor Brett Donowho e o roteirista Nicolas Aaron Mezzanatto perdem uma excelente oportunidade de ir além do lugar-comum de cenas de ação decerto vigorosas, mas que tornam-se cansativas numa história já apresentada tantas e tantas vezes.






