Os 10 maiores diabos da história do cinema

Os 10 maiores diabos da história do cinema

Já percebeu que quase todas as listas estão sempre organizando os melhores em uma categoria? Algo que esteja acima do senso comum, que represente algo realmente bom. Mas e quando a procura é pela personificação do pior? Digo, dentro das artes cênicas é quase um conceito geral que representar um vilão dá geralmente mais visibilidade que atuar como o mocinho, que está preso por uma série de leis e regras nas quais seu antagonista não só pode como adora pisotear e depois rir em alto e bom som.

840
Essa mania de ter sempre razão vai acabar matando a gente

Essa mania de ter sempre razão vai acabar matando a gente

Discutir é bom. Aliás, só assim a gente abre um pouco essa mente acomodada. Mas discutir só é bom quando estamos tão interessados em ouvir quanto em falar. Há a impressão de que, iniciada a defesa da própria tese, revê-la à medida que as ponderações opostas se mostram mais sensatas é render-se à humilhação. Dar o braço a torcer cada vez dói mais. É como se estivessem em jogo a inteligência e o poder. Perder a discussão equivaleria a perder a própria honra.

Estar apaixonada é…

Estar apaixonada é…

Estar apaixonada é morrer de amor e jurar nunca mais morrer de novo e por mais ninguém. É morrer a cada vez que ele não responde às mensagens e renascer das cinzas como uma Fênix quando ele liga para dar bom dia. Estar apaixonada é um vai e vem entre a vida e a morte várias vezes ao dia. É respirar com ajuda de aparelho eletrônico, porque nenhum coração apaixonado sobrevive sem corações de emoticon.

787
91 músicas fundamentais das mulheres do jazz

91 músicas fundamentais das mulheres do jazz

A lista de reprodução do Spotify “Women of Jazz”, “Mulheres do Jazz em português”, reúne faixas das melhores cantoras do gênero de todos os tempos. Apesar do sucesso consagrado, muitas delas acabaram ganhando menos notoriedade em relação aos colegas do sexo masculino. Enquanto outras sequer conseguiram destaque, e tiveram a genialidade negligenciada pelo mundo da música.

782
Os livros mais representativos de 21 países

Os livros mais representativos de 21 países

Um bom livro não se torna um marco na literatura apenas pela qualidade da narrativa e estilo empregado pelo autor. O contexto em que a história está inserida e o impacto para a sociedade também são indicadores seminais. Pensando nisso, a Bula realizou uma enquete com leitores para descobrir quais são os livros mais representativos em 21 países, de quatro continentes, escolhidos aleatoriamente. As obras mais votadas foram organizadas em uma lista de acordo com o país de origem.

Geraldo Vandré: o homem que disse não

Geraldo Vandré: o homem que disse não

Vandré se auto-intitulava um compositor do amor, seja ele particular por uma mulher, ou geral por todo um povo. A primeira música que compôs sozinho foi “Fica mal com Deus”, que traz em seu âmago seu histórico nordestino, capitaneado pelas redondilhas, que aprendeu ainda criança com o cordel. Conseguiu trilhar uma carreira que não mantivesse ligações com a bossa nova, a qual admirava. Contudo, por ser mais poeta que músico, decidiu-se por escrever sobre a realidade nacional que ora vivenciava e discordava.

6254
Explodiu o Congresso Nacional e foi ao cinema

Explodiu o Congresso Nacional e foi ao cinema

Montado na cela da ignorância gramatical, valendo-me tão somente da luz triste que luzia dos meus olhos escavados, eu furava a ponta dos dedos com uma ferpa-mestre, revezando as mãos para aquele sacrifício em prol da nação, um ato de bravura que consistia em deixar o sangue vazar, escorrer, pingar minimamente sobre a brancura límpida de um guardanapo. Foi nele, por exemplo, que concebi esse texto. Minha caneta era um palito de fósforo. O sangue fervia, servia bem como tinta.