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A queda do corpo: entre Tolstói e Kafka, duas imagens do fim

A queda do corpo: entre Tolstói e Kafka, duas imagens do fim

A literatura muitas vezes encontra na dor um espelho profundo da existência. Em Tolstói e Kafka, o colapso do corpo revela mais do que sofrimento: expõe a fragilidade do ser. Esses dois autores não escrevem sobre a morte — escrevem sobre o abandono, o absurdo e a perda do sentido. Seus personagens vivem a transformação do cotidiano em agonia silenciosa. Neste ensaio, exploramos como esses mestres traduziram o fim em linguagem bruta e inesquecível.

Você é brasileiro raiz ou gourmet disfarçado? Você é feito de farofa com feijão ou de storytelling com espuma de leite?

Você é brasileiro raiz ou gourmet disfarçado? Você é feito de farofa com feijão ou de storytelling com espuma de leite?

Você se acha brasileiro raiz, mas será mesmo? Este teste não quer saber se você nasceu aqui, e sim se já colocou Bombril na antena, se reconhece o som do ventilador prestes a decolar e se considera feijão com farofa uma herança cultural inegociável. Não estamos medindo RG, e sim repertório afetivo. Em poucas perguntas, vamos descobrir se você é feito de história ou de storytelling, de panela amassada ou prato de cerâmica artesanal. Respire fundo, pense com o estômago e vá em frente.

O estranho caso do brasileiro que chega na hora

O estranho caso do brasileiro que chega na hora

Pontualidade, no Brasil, é quase um ato de rebeldia. Eu, por algum motivo obscuro, ainda insisto em chegar na hora. Não é por virtude — é costume, talvez teimosia. E, por causa disso, me vejo sempre na posição ingrata de quem espera. Espera pessoas, espera reuniões, espera o país entender o conceito de relógio. Enquanto isso, finjo que não estou irritado — mas estou.

Não somos otários

Não somos otários

Não há muito o que dizer ou escrever sobre esse execrável simulacro de altruísmo, o qual, de acordo com as autoridades policiais, constitui-se como crime de estelionato qualificado, ao explorar de forma degradante a imagem de uma criança portadora de uma moléstia incurável. Definitivamente, por mais que tergiversemos em contrário, resta comprovado que o ser humano não tem conserto.