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Rita Lee levou meu sorriso no sorriso dela

Rita Lee levou meu sorriso no sorriso dela

Eu juro que é melhor não ser um normal. Eu fico pensando em nós dois, perdidos na cidade nua, empapuçados de amor. Eu só quero brincar com sua cabeça, menino bonito. Tive sorte de encontrar você, que debocha do meu jeito de ser. Nem sempre tem vento. O que eu gosto é de andar na beira do abismo, arriscando minha vida por um pouco de emoção.

Bula de Livro: Contos do Escritório, de Roberto Mariani

Bula de Livro: Contos do Escritório, de Roberto Mariani

Roberto Mariani, longe de ser um intelectual de gabinete, conheceu de perto a vida real. Trabalhou como jornalista, caminhoneiro, ferroviário e bancário. Partiu de sua experiência pessoal como funcionário em escritórios na Argentina do começo do século 20 para desenvolver as narrativas do livro. Como escritor, nunca foi um estilista.

Martin Amis morre, aos 73 anos, de câncer

Martin Amis morre, aos 73 anos, de câncer

O escritor britânico Martin Amis morreu na sexta-feira, 19, nos Estados Unidos. O prosador, de 73 anos, tinha câncer no esófago. A informação foi confirmada pela mulher de Martin Amis, a escritora uruguaia Isabel Fonseca. Martin Amis escreveu 15 romances, além de memórias e ensaios. Era um amigo de Ian McEwan e Christopher Hitchens (que também morreu de câncer, aos 62 anos).

Dicionário Cínico das Palavras da Moda, compre primeiro, xingue muito no Twitter depois

Dicionário Cínico das Palavras da Moda, compre primeiro, xingue muito no Twitter depois

Mapeamos todas as palavras e expressões mais usadas na atualidade e revelamos seus verdadeiros significados, sem medo de patrulhas ideológicas ou de cancelamento nas frenéticas arenas das redes sociais. Pelo contrário, abraçamos a ideia com um entusiasmado “oba!”. Enfrentamos, sem vacilar, a temível raia do politicamente correto, ao ofertar “definições definitivas” que poderão cutucar as sensibilidades mais afloradas. Fazemos isso, independentemente de quem possa ser atingido ou de quantos dedos possam ser pisados no processo.

Obra-prima de Alejo Carpentier ganha nova tradução

Obra-prima de Alejo Carpentier ganha nova tradução

A literatura de Alejo Carpentier nada tem a ver com sua adesão — por sobrevivência, quem sabe — à ditadura cubana. Não há uma gota de realismo socialista na sua prosa, ao menos nos seus livros mais relevantes. Tenho a impressão de que escapou da vigilância da sanha censória da dinastia Castro porque sua literatura era “para poucos”. O que importava ao ditador era o apoio político público, sem restrições. E isto o autor de “O Recurso do Método” não se recusou a dar.