Filosófico e violento, um dos filmes mais caros da história do cinema está na Netflix — e talvez você ainda não tenha assistido
Neste ensaio, o autor defende que nenhuma adaptação literária ao cinema é totalmente fiel, e mostra como isso se intensifica em narrativas religiosas. A partir de “Noé” (2014), de Darren Aronofsky, o texto explora escolhas criativas, discrepâncias em relação às Escrituras e a construção de um protagonista mais complexo do que o senso comum consagrou. Também avalia o elenco — com destaque para Russell Crowe e Jennifer Connelly — e conclui que o filme, denso e ousado, é raro na indústria.









