Suspense angustiante com Elisabeth Moss é discussão inadiável da violência de gênero, na Netflix
Logo nos primeiros minutos de “O Homem Invisível” (2020), dirigido por Leigh Whannell, a gente acompanha Cecilia Kass (Elisabeth Moss) colocando em prática um plano que claramente não nasceu de um impulso, mas de meses, talvez anos, de medo acumulado. Ela vive numa mansão isolada com Adrian Griffin (Oliver Jackson-Cohen), um cientista brilhante e controlador, e cada gesto dela dentro daquela casa precisa ser calculado. Quando decide fugir, não há espaço para erro.








