Há 155 anos nascia Marcel Proust, o homem que ergueu uma catedral de tempo, memória e ciúme
Proust transformou memória, desejo e prestígio social numa das máquinas literárias mais incômodas do século 20.
Proust transformou memória, desejo e prestígio social numa das máquinas literárias mais incômodas do século 20.