Um romance filosófico na Netflix que mistura ciência e Nietzsche e vira um quebra-cabeça perturbador
O texto analisa como “The Discovery” transforma a promessa de continuidade após a morte em combustível para desespero coletivo, exploração e conflito íntimo. Charlie McDowell cerca a narrativa com névoa noir e uma fotografia que cria distância entre espectador e cena, enquanto o doutor Thomas Harbor, vivido por Robert Redford, vira o centro de um fenômeno social incontrolável. Entre filhos em rota de colisão e um romance que não engrena, o filme investiga inteligência artificial, memória e o desejo humano de recomeço.





