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Os 10 melhores livros brasileiros de contos de 2022

Os 10 melhores livros brasileiros de contos de 2022

“Gótico Nordestino” (Alfaguara), do paraibano Cristhiano Aguiar, foi o livro de contos mais lembrado pelos leitores da Bula, consultados via newsletter enviada por e-mail, bem por meio de interações em nossos perfis no Facebook e no Twitter. O mais recente trabalho de Aguiar e outros nove títulos constam dessa lista, cujas sinopses foram fornecidas pelas próprias editoras.

Como se tornar Leitor de ficção

Como se tornar Leitor de ficção

Para se tornar Leitor de ficção há de se abrir o livro e lê-lo, corajosamente, sem receio de não se compreender mensagem e/ou vocabulário da obra literária. Por meio de prévio conhecimento das diretrizes dos elementos básicos da narração com a perspicácia de quem trafega por sobre um pântano de areia movediça, com múltiplas vozes subterrâneas por sobre sofisticados estratagemas, o Leitor precisará percorrer o espaço da narrativa, com o cuidado que se deve ter com uma arte denominada Literatura, habituada a se utilizar dos subterfúgios dos símbolos, apólogos, parábolas, fábulas, signos, alegorias, lendas, mitos e afins.

Os 10 melhores romances brasileiros de 2022

Os 10 melhores romances brasileiros de 2022

Está aberta a temporada das clássicas listas dos melhores do ano da Bula. Neste texto, você encontra a seleção dos dez melhores romances brasileiros lançados neste buliçoso 2022. Para que se chegasse a ela, nos orientamos pelas respostas à newsletter enviado aos leitores por e-mail, bem como pelas interações dos leitores em nossos perfis no Facebook e no Twitter. Os textos das sinopses foram fornecidos pelas respectivas editoras. Convoque esses dez artilheiros, ponha a leitura em dia e corra para o abraço!

Um dos melhores livros escritos no século 20

Um dos melhores livros escritos no século 20

Há alguns dias terminei a leitura de um dos livros mais interessantes e perturbadores que já li. Sátántangó do húngaro László Krasznahorkai. A ação se concentra na chegada de um homem que pode ou não ser um profeta, o diabo, ou apenas um vigarista, em uma aldeia húngara apodrecida e encharcada pela chuva. Esta aldeia ou assentamento parece algum tipo de projeto coletivo falido, onde toda a esperança foi perdida e todos os prédios estão carcomidos.