Para alguns, é o maior filme já feito — e está na Netflix
Algumas ironias cercam Thomas Edward Lawrence (1888-1935). O oficial loiro e de olhos azuis sentia-se mais à vontade no calor do deserto de Nafud do que na pompa dos convescotes do exército britânico, justificando à alcunha que dar-lhe-ia fama um tanto controversa, mas perene, inspiração para militares idealistas e visionários, química às vezes perigosa. “Lawrence da Arábia” traça um perfil romanceado desse herói singular, e o mito ressurge, graças a dois vultos do cinema.







