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O filme que te quebra e te acolhe: bonito, triste e reconfortante — chegou ao Prime Video Divulgação / Samuel Goldwyn Films

O filme que te quebra e te acolhe: bonito, triste e reconfortante — chegou ao Prime Video

Em uma cidade americana de classe média, um pai deslocado tenta sobreviver ao silêncio deixado por uma morte violenta e repentina. Sem conseguir voltar ao trabalho nem sustentar a própria casa, ele se agarra a gravações e letras que o filho deixou para trás e passa a apresentá-las em bares. Quando a resposta do público cresce, cresce também o atrito: a música vira moeda social, atrai aliados e cobranças, e transforma luto em disputa por autoria e por pertencimento.

Na Netflix: o “adeus de ação” de Bruce Willis — 109 minutos cravados no modo adrenalina Divulgação / Metro-Goldwyn-Mayer (MGM)

Na Netflix: o “adeus de ação” de Bruce Willis — 109 minutos cravados no modo adrenalina

Em Chicago, um cirurgião de trauma acostumado a costurar consequências vê a violência atravessar a porta de casa e desorganizar tudo. A família é atacada, a polícia corre atrás de pistas com recursos limitados, e o tempo vira inimigo. Sem mandato e sem treino, ele compra uma arma, testa a própria disciplina e começa a buscar os responsáveis nas ruas. Cada intervenção amplia exposição, atrai julgamento público e aproxima a investigação de um homem que tenta agir sem nome.

O último grande filme de Clint Eastwood está na Netflix — e passou batido por muita gente Divulgação / Warner Bros.

O último grande filme de Clint Eastwood está na Netflix — e passou batido por muita gente

Clint Eastwood dirige e atua em “A Mula”, extraindo do roteiro de Nick Schenk, inspirado em artigo de Sam Dolnick, um conto sobre velhice, solidão e morte. Earl Stone, floricultor de Illinois, perde a fazenda e aceita um telefone promissor para dirigir pelo Centro-Oeste até El Paso. Na estrada, cruza motéis, descobre a carga e atrai a DEA de Warren Lewis e o detetive Colin Bates. O filme esbarra em xenofobia, racismo e populismo das autoridades e políticas antidrogas também.

Tem um romance na Netflix que faz você se apaixonar pela ideia de se apaixonar outra vez Divulgação / Summit Entertainment

Tem um romance na Netflix que faz você se apaixonar pela ideia de se apaixonar outra vez

Gary Winick entrega em “Cartas para Julieta” uma comédia romântica assumidamente previsível. Sophie, vivida por Amanda Seyfried, passa pela Times Square e investiga “The Kiss”, foto de 1945 feita por Alfred Eisenstaedt, ligada a George Mendonsa e Greta Zimmer Friedman. Noiva de Victor, interpretado por Gael García Bernal, ela segue a Verona, encontra a carta de Claire Wyman e cruza com Vanessa Redgrave, Franco Nero e Christopher Egan, num convite ao arrebatamento e aos bastidores do cinema desde o começo.

Baseado em livro de Haruki Murakami: estreou na Netflix em silêncio — e já é uma das adaptações mais intrigantes do catálogo Divulgação / Premium Plus Entertainment

Baseado em livro de Haruki Murakami: estreou na Netflix em silêncio — e já é uma das adaptações mais intrigantes do catálogo

No Japão, entre 1995 e 2025, quatro desconhecidos atravessam rupturas que começam com um terremoto e reaparecem em outras crises coletivas. Um homem perde a esposa e precisa se mover sem entender o motivo; em outro ano, uma jovem em fuga mede confiança ao redor de uma fogueira. Mais adiante, um filho criado por uma fé rígida tenta nomear o próprio vazio, enquanto um segurança recebe um pedido absurdo de um sapo. Cada história encurta a margem de escolhas e força decisões de sobrevivência emocional.