Com Pierce Brosnan, o remake elegante que superou o filme que o inspirou, na Netflix
“Thomas Crown: A Arte do Crime” aposta menos na urgência do roubo e mais no prazer do jogo. O desaparecimento de um Monet do Metropolitan, em Nova York, serve como ponto de partida para um duelo elegante entre quem esconde e quem observa, sem pressa de revelar cartas. O centro da história está no controle: quem dita o ritmo, quem provoca o outro a errar e quem sustenta a própria imagem quando tudo começa a parecer calculado demais.







