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Romance com Gwyneth Paltrow e Mark Ruffalo é terapia que você nem sabia que precisava, no Prime Video Divulgação / Olympus Pictures

Romance com Gwyneth Paltrow e Mark Ruffalo é terapia que você nem sabia que precisava, no Prime Video

“Terapia do Sexo” é uma comédia dramática que fala de desejo, vergonha e responsabilidade sem transformar nada disso em discurso pesado. Dirigido por Stuart Blumberg, o filme acompanha Adam, personagem de Mark Ruffalo, um homem inteligente, simpático e aparentemente equilibrado que inicia um relacionamento com Phoebe, vivida por Gwyneth Paltrow.

O filme que acaba de chegar à Netflix e vai melhorar sua semana instantaneamente Divulgação / Twentieth Century Fox

O filme que acaba de chegar à Netflix e vai melhorar sua semana instantaneamente

Francis organiza tudo. Compra as passagens, define o itinerário, imprime horários, plastifica o roteiro e distribui tarefas como se estivesse liderando uma expedição empresarial. Ele quer recuperar a autoridade dentro da família depois de um período difícil, marcado por um acidente sério. Peter aceita a viagem carregando objetos do pai falecido, preso entre a saudade e a responsabilidade de se tornar pai.

Hipnotizante do começo ao fim: a história de amor improvável escondida na Netflix Divulgação / Columbia Pictures

Hipnotizante do começo ao fim: a história de amor improvável escondida na Netflix

O filme “Alfa” recua ao tempo em que cães ainda eram lobos e o homo sapiens lutava para permanecer no topo da cadeia evolutiva. Keda, filho de Tau, falha ao executar um bisão ferido e paga caro: cai num abismo e precisa reaprender a sobreviver longe da tribo. Numa jornada de provas, é caçado por uma alcateia, acerta o macho alfa e acaba ligado a um lobo que decide poupar. Entre licença poética e imagens de forte realismo, a amizade sustenta a fábula.

A Netflix tem um filme que parece sobremesa — e termina como saudade Divulgação / HBO Max

A Netflix tem um filme que parece sobremesa — e termina como saudade

Wes Anderson inventa mundos a seu talante. A faculdade de conceber outras terras, outros mundos e, claro, pessoas adequadamente estranhas a fim de os habitar é um valioso predicado artístico que Anderson burilou ao longo de quase três décadas de carreira, e “O Grande Hotel Budapeste” quiçá seja o filme no qual veja-se todo esse espetáculo de criatividade a se realizar em seu esplendor, servindo a ilusão, mas não só.