A última parte de um dos maiores filmes de todos os tempos ganhou novo começo e novo final — e está na Netflix
Da beleza que escapa à nossa “vã filosofia” ao gosto do devaneio, o texto chega ao único animal que sonha — e a Michael Corleone, arrependido e nefastamente transformador. Em “O Poderoso Chefão”, Coppola conclui (será?) um tratado minucioso: crítica ferina à Igreja, um Michael disposto a comprar o Vaticano, e a engrenagem maldita que o empurra a confessar Fredo. Entre Bagheria, Kay, Mary e Tony, sobram tormento, polêmicas, e até a vaidade de Sinatra.







