O detalhe mais bizarro deste filme da HBO Max é que o grande vilão é uma peça de roupa
Em “Vestido Maldito”, Peter Strickland faz uma crítica tão estranha quanto veemente ao poder enfeitiçador da publicidade, que vai inventando objetos e serviços de que não precisamos a fim de nos jogar na cara nossa insignificância. Com os dois pés no giallo, o terror italiano popularizado entre as décadas de 1960 e 1980, Strickland urde uma experiência sensorial labiríntica, na qual leva o público a conclusões equivocadas.





