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Neil Young e suas múltiplas faces Foto / Ben Houdijk

Neil Young e suas múltiplas faces

A devoção no rock costuma ser coisa séria. Há algo de enigmático e poderoso na maneira como certos artistas conquistam seguidores fiéis, para além de estilos e gerações. Um exemplo desse fenômeno é a paixão que fãs de punk e heavy metal desenvolveram, no final dos anos 1980, por Neil Young. Um artista canadense cuja trajetória vai do folk acústico, do country a um rock intenso, com guitarras distorcidas e vocais melancólicos. Essa combinação fascinou o grunge do Pearl Jam, os maiores herdeiros do músico.

Aplaudidos no auge, invisíveis no fim: quando a fama termina nas ruas

Maria Gladys, atriz consagrada do cinema marginal brasileiro e da teledramaturgia nacional, foi encontrada recentemente em situação de rua no interior de Minas Gerais. Aos 85 anos, debilitada e sem estrutura de apoio, recusou ajuda institucional e vive hoje à margem da sociedade — a mesma que a aplaudiu por décadas. Com passagens marcantes por filmes de Glauber Rocha e novelas da TV Globo, a atriz se tornou símbolo de um fenômeno silencioso e recorrente: o colapso da vida pública longe das câmeras.

Desafio — se você lembra de 15 itens dessa lista, parabéns: você é um sobrevivente dos anos 90! Shutterstock

Desafio — se você lembra de 15 itens dessa lista, parabéns: você é um sobrevivente dos anos 90!

Ah, os anos 90! Uma década marcada por pochetes coloridas, fitas VHS, discmans que pulavam trechos das músicas quando você se mexia e tardes inteiras passadas em frente à televisão comendo bolacha Passatempo e tomando Pitchulla. Era um tempo em que a internet fazia barulho para conectar, celulares pareciam tijolos e as crianças tinham que rebobinar as fitas com os dedos antes de devolver na locadora e assoprar a fita para rodar no videogame.

O truque secreto que deixa sua pipoca igual à do cinema — e transforma qualquer sessão da Netflix em um evento Shutterstock

O truque secreto que deixa sua pipoca igual à do cinema — e transforma qualquer sessão da Netflix em um evento

Você já parou para pensar por que ir ao cinema é uma experiência tão gostosa? Não é só sobre assistir a um bom filme — é sobre todo o ritual envolvido. A sala escura, os sussurros antes da sessão começar, a tela gigante que aumenta todas as imagens e, consequentemente, as nossas emoções, e o som do filme que vem de todos os cantos, fazendo a gente se sentir dentro da história. É uma imersão completa, quase mágica. Mas tem um detalhe que faz tudo ficar ainda mais especial, aquele que ativa nossas memórias afetivas e transforma a ida ao cinema em um momento inesquecível: o cheiro e o sabor únicos da pipoca de cinema.

Os limites da memória

Os limites da memória

Doze contos breves que gritam no silêncio, em que o não dito fere mais do que o berro. Entre pamonhas, Portinari e paternidades partidas, o cotidiano se revela com ternura áspera e uma violência contida. São histórias em que os gestos não feitos, as palavras caladas e os vazios densos dizem mais do que qualquer diálogo. Cada frase guarda um ruído subterrâneo, como se o silêncio fosse apenas a superfície de algo prestes a explodir. Um livro que ecoa quando tudo parece quieto demais — e é justamente aí que ele nos desarma.