Carpe diem

Há exatos 121 anos nascia Ernest Hemingway

Há exatos 121 anos nascia Ernest Hemingway

Entrou cedo em minha vida, o grande americano, com “O Sol Também se Levanta”, título e livro ecoando o “Eclesiastes”. Como muitos antes de mim, refiz em Paris os passos dos personagens e até andei buscando vestígios do próprio Hemingway em Pamplona. Não os encontrei, talvez por culpa dos hectolitros de sangria numa tarde calorenta.

Arrivederci, Ennio

Arrivederci, Ennio

Os beijos não são apenas beijos, obviamente; são a infância do personagem principal, Salvatore Di Vita, e, portanto, também a nossa; são os caminhos que Salvatore não tomou e, assim, também os caminhos que todos nós não escolhemos; são a certeza de que a vida, a nossa e a de Salvatore, é mesmo improvisada e com partes excluídas por contingências que nos doem.

A carne é fraca e já li todos os livros

A carne é fraca e já li todos os livros

Hoje, aqueles sete anos, eles só, existem na minha lembrança, mas existem como sete ferretes e doendo sete vezes sete quarenta e nove vezes sete trezentos e quarenta e três ferros pungindo em brasa. Para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba. Querida, ao pé do leito derradeiro.

Prece ao heróis que lutaram contra a barbárie nazista

Prece ao heróis que lutaram contra a barbárie nazista

Tudo muito humano, demasiado humano. Mas houve mais, muito mais: Anne Frank no seu esconderijo, durante anos, em Amsterdã. Von Choltitz, o general alemão que desobedeceu à ordem de Hitler para destruir Paris. Pessoas que deram fuga aos judeus; judeus vivendo em florestas, formando comunidades clandestinas. Londres resistindo heroicamente, durante meses, sob bombardeios diários.