O telúrico e a biblioteca ao redor
O que me fazia telúrico era a água, não o solo. Mais especificamente, os trezentos litros do aquário de quina que enfeitava meu apartamento em São Paulo. Como transportar aquário e peixes era tarefa hercúlea, para não dizer fora de cogitação, apegava-me a ele para comprometer-me a voltar para o bairro de Pinheiros, para São Paulo, para o Brasil, depois de qualquer extravagância de férias.







