Cartas do pai reaparecem décadas depois — e viram o livro mais íntimo (e inquietante) de Cristovão Tezza
“Visita ao Pai”, eleito o melhor livro brasileiro de 2025 em enquete da Revista Bula, marca um passo decisivo na obra de Cristovão Tezza. Partindo de cartas, cadernos e anotações do pai morto quando o autor era criança, o livro transforma o arquivo íntimo em investigação literária. Sem sentimentalismo, Tezza evita a biografia pronta e trabalha com a ausência, com os silêncios e com o que a memória distorce e rearranja. É assim que o Brasil aparece, nos detalhes de época.






