Romance icônico e nostálgico de volta à Netflix: Amanda Seyfried e Meryl Streep em um dos filmes mais adorados dos anos 2000 Divulgação / Universal Pictures

Romance icônico e nostálgico de volta à Netflix: Amanda Seyfried e Meryl Streep em um dos filmes mais adorados dos anos 2000

Em “Mamma Mia!”, dirigido por Phyllida Lloyd, Amanda Seyfried vive Sophie, uma jovem que está prestes a se casar com Sky (Dominic Cooper) na ensolarada ilha grega de Kalokairi. Às escondidas, ela encontra o antigo diário da mãe, Donna (Meryl Streep), e descobre que três homens podem ser seu pai: Sam Carmichael (Pierce Brosnan), Harry Bright (Colin Firth) e Bill Anderson (Stellan Skarsgård).

Na HBO Max, Samuel L. Jackson enfrenta Tommy Lee Jones num duelo de fé vs. ateísmo — baseado na peça de Cormac McCarthy Divulgação / HBO Films

Na HBO Max, Samuel L. Jackson enfrenta Tommy Lee Jones num duelo de fé vs. ateísmo — baseado na peça de Cormac McCarthy

Com fé, torna-se mais fácil a travessia pelo vale de lágrimas que é o mundo, ainda que surjam novos desafios e novos sofrimentos, martírio que exige uma renovação da crença inicial. Esse ciclo de proximidade e distanciamento da transcendência é uma quimera e mesmo um delírio para quem duvida que haja alguma coisa além daqui, o ponto nevrálgico de “The Sunset Limited”. Tommy Lee Jones refina as impressões de Cormac McCarthy (1933-2023) de modo a opor dois personagens em momentos distintos, mas com uma ou outra semelhança.

Um livro de Neil Gaiman que vendeu 10 milhões virou filme — e está escondido no Prime Video Divulgação / A24

Um livro de Neil Gaiman que vendeu 10 milhões virou filme — e está escondido no Prime Video

O texto lê “Como Falar com Garotas em Festas” como um antirromance punk que transforma inadequação em metáfora e evita o clichê ao buscar o estranho até fora da Terra. A partir do conto de Neil Gaiman e do olhar de John Cameron Mitchell, a crítica destaca um 1978 sem pertencimento, cruzando contracultura, política e comportamento. Entre arruaças, festas invadidas e o underground londrino liderado por Boadicea, o filme costura referências e performances até um desfecho “puro sentimento”, à moda inglesa.

A vida de William S. Burroughs pelo olhar delicado e passional de Luca Guadagnino, na Netflix Divulgação / FremantleMedia North America

A vida de William S. Burroughs pelo olhar delicado e passional de Luca Guadagnino, na Netflix

“Queer”, dirigido por Luca Guadagnino, acompanha Lee, personagem de Daniel Craig, um ex-militar americano que tenta reorganizar a própria vida na Cidade do México dos anos 1950 depois de ser dispensado da Marinha. Vivendo com o auxílio do GI Bill, ele circula entre bares, pensões e mesas ocupadas por estudantes e outros expatriados que, como ele, sobrevivem de trabalhos temporários e de um passado que ainda pesa.

Deliciosa adaptação moderna de “Orgulho e Preconceito“, de Jane Austen, que rendeu indicação ao Oscar para Renée Zellweger, na Netflix

Deliciosa adaptação moderna de “Orgulho e Preconceito“, de Jane Austen, que rendeu indicação ao Oscar para Renée Zellweger, na Netflix

Em “O Diário de Bridget Jones”, dirigido por Sharon Maguire, Renée Zellweger vive Bridget Jones, que se vê dividida entre o chefe Daniel Cleaver, interpretado por Hugh Grant, e o advogado Mark Darcy, vivido por Colin Firth, enquanto tenta reorganizar a própria vida por meio de um diário que começa como promessa de controle e vira campo de batalha emocional.