Suspense angustiante com Elisabeth Moss é discussão inadiável da violência de gênero, na Netflix Divulgação / Universal Pictures

Suspense angustiante com Elisabeth Moss é discussão inadiável da violência de gênero, na Netflix

Logo nos primeiros minutos de “O Homem Invisível” (2020), dirigido por Leigh Whannell, a gente acompanha Cecilia Kass (Elisabeth Moss) colocando em prática um plano que claramente não nasceu de um impulso, mas de meses, talvez anos, de medo acumulado. Ela vive numa mansão isolada com Adrian Griffin (Oliver Jackson-Cohen), um cientista brilhante e controlador, e cada gesto dela dentro daquela casa precisa ser calculado. Quando decide fugir, não há espaço para erro.

Terror com Radha Mitchell no Prime Video é proibido para cardíacos Divulgação / Subotica

Terror com Radha Mitchell no Prime Video é proibido para cardíacos

Uma mudança de endereço pode parecer apenas um recomeço, mas, em certos lugares, ela cobra um preço imediato, especialmente quando a curiosidade resolve ultrapassar limites invisíveis. Em “Sacrifício”, dirigido por Peter A. Dowling, a história acompanha Tora Hamilton (Radha Mitchell), uma cirurgiã bem-sucedida que decide recomeçar a vida ao lado do marido em um ponto remoto das Ilhas Shetland, na Escócia.

O Talento de cada um

O Talento de cada um

Sujeito morre e encontra São Pedro na porta do Céu. Fica surpreso duplamente. Primeiro porque não achava que existia mesmo esse tal de Céu. E depois pelo teor da conversa que São Pedro puxou com ele.

As desvantagens de se encher o cooler de cachaça

As desvantagens de se encher o cooler de cachaça

Lamentar o fato de que a humanidade tenha escapado da dizimação não passa de uma figura de linguagem, sabem como é, coisas de escritor. Sou viciado em hipérboles. E não dou bola para aqueles que nunca leem livros, muito menos, para os que leem, mas, de maneira geral, são incapazes de construir uma decente interpretação de texto. Espero ser mal interpretado.