O terror argentino na Netflix que não dá espaço para respirar
O mal aqui não chega como metáfora nem como susto passageiro; ele bate à porta, exige decisão imediata e cobra caro por qualquer hesitação. Em “O Mal que nos Habita”, o diretor Demián Rugna coloca dois irmãos no centro de um pesadelo rural que começa com um corpo mutilado encontrado perto da própria fazenda e rapidamente se transforma numa corrida contra o tempo para impedir que algo muito pior venha ao mundo.







