O filme que marcou uma geração e passou décadas esquecido: de volta na Netflix Divulgação / Highlander Productions Limited

O filme que marcou uma geração e passou décadas esquecido: de volta na Netflix

Algumas histórias partem de uma ideia simples e poderosa: e se alguém pudesse viver para sempre, mas pagando o preço de assistir o mundo inteiro desaparecer ao seu redor? É exatamente essa pergunta que move “Highlander”, aventura de fantasia dirigida por Russell Mulcahy que transforma a imortalidade em uma disputa silenciosa atravessando séculos.

Palavra também sangra

Palavra também sangra

Palavra também sangra, isto aprendi logo cedo, costurando frases como quem, cirurgião desajeitado, cerze carne e pele a produzir estranhas cicatrizes. É engraçado como ainda haja quem faça troça do trabalho da escrita, atazanando o prato mais vazio do que cheio do escrevedor como se as trevas fossem trevo ou atrevimento.

O filme cult de ação e fantasia que marcou uma geração finalmente chegou à Netflix Divulgação / Miramax

O filme cult de ação e fantasia que marcou uma geração finalmente chegou à Netflix

Doug Aarniokoski reúne Adrian Paul e Christopher Lambert em “Highlander — A Batalha Final”, tentativa de unir cinema e televisão na franquia. Connor, abatido após a morte de Rachel, refugia-se no “Sanctuary”, enquanto Duncan entra na guerra contra Jacob Kell, imortal que ignora as regras do Jogo e acumula poder com seguidores e decapitações. Entre Glenfinnan, flashbacks e confrontos no presente, o longa mantém energia física, mas se enrola quando tenta explicar demais sua própria mitologia central.

Joaquin Phoenix e Lady Gaga estrelam um dos filmes mais esperados dos últimos anos — e ele finalmente chegou à Netflix Divulgação / Warner Bros.

Joaquin Phoenix e Lady Gaga estrelam um dos filmes mais esperados dos últimos anos — e ele finalmente chegou à Netflix

Todd Phillips volta ao universo do antagonista de Gotham, mas “Coringa: Delírio a Dois” quase apaga o próprio Coringa. Preso em Arkham, Arthur Fleck domina a história, imagina-se num musical contínuo e encontra Lee Quinzel nas aulas de canto do processo terapêutico. Joaquin Phoenix ainda sustenta parte do interesse, enquanto Lady Gaga pouco altera o quadro. Para o autor, a ambição de mostrar o homem por trás da maquiagem termina numa versão pretensiosa, enfadonha e distante do vilão.