Autor: Ademir Luiz

Confissões pornô épicas de Reinaldo Moraes

Confissões pornô épicas de Reinaldo Moraes

Para alguns Reinaldo Moraes é o Homero com quatro olhos, para outros é uma mistura de Vinicius de Moraes com Jesse Valadão. Mas uma coisa é certa: a vida do homem é uma epopeia, ou melhor, uma “Pauliceia Desvairada”. Jogou um “Tanto Faz” no biquinho dos franceses para depois ir descascar um “Abacaxi” na Grande Maçã. De volta ao Brasil, tirou a célebre fotografia da capa do disco “Todos os Olhos”, de Tom Zé, namorou a poeta cult Ana Cristina César, escreveu novelas em parceria com Mário Prata, apresentou programas de rádio, traduziu Burroughs, Bukowski, Pynchon, Cocteau e Edmund White.

Jacques Fux para maiores

Jacques Fux para maiores

O escritor Marcel Proust gostava de jogar uma brincadeira de salão chamada “Confissões”, onde os participantes respondiam perguntas pessoais. Em sua homenagem, hoje o jogo ficou conhecido como “Questionário Proust”. Para os íntimos “bate bola”. Mas, por conta do perfil do entrevistado de hoje, evitaremos usar essa expressão.

Os 10 maiores super-heróis dos quadrinhos

Os 10 maiores super-heróis dos quadrinhos

Não se trata de uma competição de poderes, honestidade ou cartel de crimes solucionados. Os critérios foram baseados fundamentalmente em importância histórica, popularidade e influência. Infelizmente, ficaram de fora personagens célebres como Lanterna Verde, relevantes como Pantera Negra, complexos como Surfista Prateado e mesmo protagonistas de histórias clássicas como Demolidor.

Filme da Lava Jato não prende nem Lula nem a atenção do espectador

Filme da Lava Jato não prende nem Lula nem a atenção do espectador

“Polícia Federal: A Lei é Para Todos” não quer fazer sociologia como “Cidade de Deus” ou “Tropa de Elite”, quer apenas fazer dinheiro. A filmografia do diretor, na qual se destacam exemplos de entretenimento descartáveis como “Qualquer Gato Vira-latas 2” e “Até que a Sorte nos Separe 3”, corrobora isso. Tampouco me parece crível que Marcelo Antunez considera que “Polícia Federal: A Lei é Para Todos” seja uma tentativa de fazer seu “Cidadão Kane” particular.

Pilar del Río, viúva, porém alegre

Pilar del Río, viúva, porém alegre

A Flip 2017 chega ao fim. Foram dezenas de mesas redondas e debates literários. Centenas de quilos de moita consumidas. Milhares de litros de cerveja entornados. Milhões de fotos e selfs com celebridades postadas. Incalculáveis tropeções no calçamento de pedregulhos. Alguns livros lidos. Uma linda festa, sem dúvida. Recapitulando esses dias, concluo que a noite de sexta-feira foi a mais memorável.

Livros para causar na Flip

Livros para causar na Flip

O ex-presidente Fernando Collor de Mello nos ensinou a importância de andar com um livro debaixo do braço para causar boa impressão. Essa verdade universal é ainda mais verdadeira na Flip. Por isso, em um trabalho de utilidade pública, a Revista Bula apresenta algumas opções de livros para causar nas badaladas ruas de pedra de Paraty.

Lima Barreto na Barretos da literatura

Lima Barreto na Barretos da literatura

Começou a Flip. Como todos sabemos, o homenageado dessa edição é o grande escritor Lima Barreto. Para mim, um dos grandes mistérios da humanidade é o motivo de Lima Barreto nunca ter se transformado em um ícone dos movimentos por direitos civis brasileiros. Parece que esse erro histórico ameaça ser corrigido nessa Flip, uma vez que a fala de abertura foi justamente sobre isso.