Autor: Ademir Luiz

Os 100 melhores filmes de todos os tempos

Os 100 melhores filmes de todos os tempos

Diversos veículos de comunicação, nacionais e internacionais, produziram suas listas dos melhores filmes de todos os tempos. Nossa elegância impede de citar nomes, mas muitas não se sustentam. Basta lembrar que há listas com opções altamente questionáveis, como colocar “Um Sonho de Liberdade” em primeiro lugar ou incluir obras tecnicamente sofisticadas, mas com roteiros pobres como “Avatar”; ou ainda francamente descartáveis como “A Princesa Prometida”. Para corrigir essas distorções, a Revista Bula apresenta a lista definitiva dos 100 melhores filmes de todos os tempos.

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A era dos ídolos medíocres

A era dos ídolos medíocres

Os medíocres sempre existiram em todas as atividades humanas, seja nos esportes, na política, nas religiões, nas ciências, na guerra ou na cultura. Estamos acostumados com eles. Em muitos casos são inofensivos ou mesmo necessários. A ameaça se revela quando se tornam dominantes, como é o caso no cenário cultural brasileiro. Podemos observá-lo em vloggers, blogueiros, socialites, literatos e cineastas, entre outros. Mas onde esse fenômeno se torna mais evidente é na música popular.

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Uma dúzia de livros que ninguém leu, mas mentem que sim

Uma dúzia de livros que ninguém leu, mas mentem que sim

Faz parte das regras de etiqueta da alta sociedade PIMBA (Pseudo-intelectuais metidos a besta) exaltar efusivamente ou criticar severamente livros que não leu, que leu apenas a orelha, leu trechos ou breves comentários na internet. O importante é posar de especialista, seja para elogiar ou criticar. Na condição de Mister M da comunidade PIMBA, revelo aqui uma dúzia de livros que, considerando a margem de erro, provavelmente aquele seu amigo descolado, reluzente em sua fina camada de verniz cultural, não leu, mas diz com todas as letras (menos as letras do livro) que sim.

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20 livros para morrer antes de ler

20 livros para morrer antes de ler

A existência humana é um paradoxo. É longa suficiente para ouvir várias vezes às dezoito horas de música magistral do ciclo operístico “O Anel de Nibelungos”, de Wagner, mas curta demais para ler inteira a série de livros “Guerra dos Tronos”. Portanto, para te ajudar a não desperdiçar sua existência, a Revista Bula apresenta uma lista de obras literárias para morrer antes de ler. Afinal, a vida e a paciência são curtas.

O evangelho segundo Godard

O evangelho segundo Godard

Jean-Luc Godard não tem fãs. Tem estudiosos. É como Hegel ou Kant, que não têm leitores, têm eruditos especializados. Ninguém lê “Fenomenologia do Espírito” ou “Crítica da Razão Pura” para matar tempo em uma tarde chuvosa. O mesmo acontece com alguns trabalhos de Godard, como “Filme Socialismo”, “Nossa Música” e agora com sua experiência com a tecnologia 3D “Adeus à Linguagem”. Nem sempre foi assim. Assisti-lo já foi moda obrigatória entre os jovens que se consideraram politizados. O que incluía multidões e mais multidões nos anos 1960. Não assistir filmes como “O Desprezo”, “A Chinesa” e, sobretudo, “Acossado” era estar fora da rodinha de conversa na faculdade e nos bares da moda. Hoje, tudo mudou. É preciso razões acadêmicas, profissionais ou gosto pela cinefilia para alguém se dispor a vê-los.

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As Crônicas de Gelo e Fogo são literatura menor e a série Guerra dos Tronos é diversão descartável

As Crônicas de Gelo e Fogo são literatura menor e a série Guerra dos Tronos é diversão descartável

A história é conhecida. Uma série estreia. Faz sucesso de crítica. Começa a chamar atenção do público. Torna-se fenômeno pop. Domina a internet. As críticas negativas são rechaçadas com violência. Duas opções se desenham: a série é esticada desnecessariamente ou a série termina na hora certa. A série acaba. O último episódio é muito comentado. O interesse pela série começa a esfriar. Os DVDs da série entram em promoção no bacião de refugos das Lojas Americanas. A série é lembrada de vez em quando. Outra série entra no lugar daquela. Começa tudo de novo.

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Marcelo Mirisola empalado

Marcelo Mirisola empalado

O escritor francês Marcel Proust gostava de jogar uma brincadeira de salão chamada “Confissões”, na qual os participantes respondiam perguntas pessoais. Em sua homenagem, hoje o jogo ficou conhecido como “Questionário Proust”. Acreditando que de Marcel para Marcelo é um pulinho oceânico, a Bula fez uma sabatina com o escritor paulista Marcelo Mirisola, MM para os íntimos.

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