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O melhor filme da Netflix em 2025 acaba de chegar — e merece cada segundo da sua atenção Divulgação / Netflix

O melhor filme da Netflix em 2025 acaba de chegar — e merece cada segundo da sua atenção

Antes mesmo que se comece a assistir a “Explosão no Trem-Bala”, a primeira imagem que vem à cabeça, e com justiça, é “Velocidade Máxima” (1994). Mas “The Bullet Train” (1975), de Junya Sato (1932-2019), é a verdadeira inspiração para o filme de Shinji Higuchi e um remake que prima pela fidelidade à história original, sem deixar de fazer as atualizações necessárias.

Adam Sandler e Drew Barrymore no romance mais irresistível que você vai ver esta semana, na Max David Bloomer / Warner Bros.

Adam Sandler e Drew Barrymore no romance mais irresistível que você vai ver esta semana, na Max

Adam Sandler talvez seja o astro de trajetória mais irregular que Hollywood já produziu. Sandler amadureceu, felizmente, contudo o DNA do besteirol talvez jamais saia de sua corrente sanguínea, e pelo que se assiste em “Juntos e Misturados” tomara que assim seja. Não é difícil para o diretor Frank Coraci achar a química que sustenta boa parte dos 117 minutos de seu filme, presente nas interações entre seu protagonista e uma colega de longa data, com quem leva uma história cujo desfecho temos alguma ideia de como será — ainda que ninguém dispense uma risada sequer.

Ninguém queria ver — e virou o maior sucesso romântico dos últimos anos (contra todas as apostas) Divulgação / Olive Bridge Entertainment

Ninguém queria ver — e virou o maior sucesso romântico dos últimos anos (contra todas as apostas)

Em “Todos Menos Você”, os velhos jogos de amor e ódio ganham nova roupagem em um cenário ensolarado e repleto de ironias contemporâneas. Inspirado em “Muito Barulho por Nada”, o filme transforma desentendimentos amorosos em espetáculo cômico, onde fingir um romance pode ser mais perigoso — e divertido — do que ceder aos próprios sentimentos.

O filme mais assistido do momento na Netflix: Top 1 em 60 países Divulgação / Netflix

O filme mais assistido do momento na Netflix: Top 1 em 60 países

Poucos filmes têm a coragem de erguer-se contra a previsibilidade dos modelos narrativos consolidados sem escorregar no experimentalismo vazio. “iHostage” produção holandesa — que à primeira vista poderia ser reduzida a um relato factual envernizado para o entretenimento — opta por um caminho menos trilhado: o da crueza controlada, onde o desconforto não é ruído, mas métrica. Desde os primeiros quadros, há não cede ao sensacionalismo; a câmera não busca seduzir, mas confrontar. E é nesse choque, não com a violência explícita, mas com a densidade moral do que é insinuado, que reside a força perturbadora do filme.