Um garoto vira confidente de Freud em Viena, 1937 — e o que acontece depois prende de um jeito raro — no Prime Video
Entre tons funestos e uma delicada recusa ao melodrama, o texto lê “A Tabacaria” como um rito de passagem atravessado pela violência histórica. Ao acompanhar Franz Huchel, um jovem lançado à Viena de 1937, a crítica destaca como a narrativa equilibra dor íntima e contexto social, sem reduzir o horror a efeito fácil. Freud surge como presença decisiva, mas o foco recai na metamorfose do protagonista, na descoberta do amor e nas figuras que o cercam, até a nota final.







