Antes dele, o cinema era uma coisa; depois, nunca mais foi igual — agora na Netflix
Entre a bravura idealizada e o esmagamento do futuro, o ensaio percorre as ironias de Thomas Edward Lawrence e o modo como “Lawrence da Arábia” o transforma em mito cinematográfico. David Lean começa pelo fim, da morte num acidente de moto, e conduz uma viagem de poesia e dor em que desejos ocultos e ambições profissionais se confundem com areia e suor. Sem dizer tudo, insinua a homossexualidade do protagonista. No deserto, Peter O’Toole e Omar Sharif sustentam um espetáculo de beleza e irreverência.







